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Achávamos que a nossa Lua era única, até olharmos mais de perto: a ciência acaba de confirmar a bizarra "segunda Lua" na órbita da Terra

Pequeno asteroide orbita o Sol quase no mesmo ritmo da Terra, criando o fenômeno conhecido como "quase-lua"

9 mar 2026 - 14h24
(atualizado em 10/3/2026 às 14h03)
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Foto: Xataka

A Terra pode não estar tão sozinha em sua jornada pelo espaço quanto se imaginava. Astrônomos identificaram que um pequeno asteroide, batizado de 2025 PN7, compartilha a região de órbita da Terra como uma "segunda Lua" e deve permanecer nessa posição por mais algumas décadas.

O objeto foi identificado por telescópios do projeto Pan-STARRS, operado pela Universidade do Havaí, responsável por monitorar objetos próximos da Terra. Estimativas indicam que o asteroide possui entre 16 e 49 metros de diâmetro, tamanho comparável ao de um pequeno edifício.

Embora a descoberta tenha ganhado destaque recentemente, os cálculos mostram que o corpo celeste provavelmente acompanha a Terra desde o final da década de 1950. As simulações também indicam que ele deve continuar nesse comportamento orbital até aproximadamente 2083, quando sua trajetória começará a se afastar definitivamente do planeta.

O que é a chamada "segunda Lua" da Terra

Apesar do apelido popular, o asteroide não é realmente um satélite natural como a Lua.

Na verdade, ele pertence a uma categoria de corpos celestes conhecida como quase-satélites ou quase-luas. Esses objetos orbitam o Sol, mas o fazem em sincronia com a órbita da Terra.

Esse movimento cria a impressão de que o asteroide está orbitando nosso planeta, quando na realidade ele apenas acompanha a Terra em sua volta ao redor do Sol. Em termos astronômicos, os dois corpos seguem trajetórias muito semelhantes, mantendo-se relativamente próximos por longos períodos.

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