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Anvisa autoriza testes com mais duas vacinas contra covid-19

Uma desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas e a segunda pela AstraZeneca

14 jul 2021 09h53
| atualizado às 10h02
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quarta-feira, 14, que deu autorização para testes clínicos no Brasil de duas potenciais vacinas contra a covid-19, uma desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas e a segunda pela AstraZeneca, uma nova versão do imunizante da fabricante já aplicado no Brasil.

Agente de saúde prepara injeção de vacina da Pfizer em Los Angeles
07/01/2021
REUTERS/Lucy Nicholson/File Photo
Agente de saúde prepara injeção de vacina da Pfizer em Los Angeles 07/01/2021 REUTERS/Lucy Nicholson/File Photo
Foto: Reuters

De acordo com nota do órgão regulador, o potencial imunizante desenvolvido na China usa a tecnologia de vacina inativada e os testes serão de Fase 3 --para avaliar eficácia, segurança e a imunogenicidade da vacina. A aplicação será feita em duas doses, com intervalo de 14 dias entre elas.

Além do Brasil, o estudo será feito na China e em outros países, com 34.020 voluntários. No Brasil, serão 7.992 voluntários nos Estados de Goiás, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Já a nova versão da vacina da AstraZeneca usa a tecnologia de vetor de adenovírus recombinante, a mesma da vacina feita pela farmacêutica com a Universidade de Oxford e que está sendo aplicada no Brasil.

A potencial nova vacina é uma versão modificada do imunizante já existente para fornecer imunidade à variante do coronavírus originada na África do Sul, disse a Anvisa.

Os teste de Fase 2/3 para determinar a segurança e a imunogenicidade da candidata à vacina serão feitos em dose única para pessoas que já receberam duas doses da vacina atual da AstraZeneca ou de outro imunizante que usa a tecnologia de RNA mensageiro. Também será testada como imunizante de duas doses para quem ainda não se vacinou e como segunda dose para quem recebeu uma primeira dose da vacina atual.

Esse estudo será realizado com 2.475 voluntários no Brasil, Reino Unido, África do Sul e Polônia sendo que, no Brasil, serão 800 voluntários nos Estados de Bahia, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo, informou a Anvisa.

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