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BRUTAL! Policial é condenado a mais de 33 anos de prisão por assassinato da namorada

Policial baiano é condenado a mais de 33 anos de prisão por assassinato de dentista em minas gerais que era sua namorada; entenda caso

19 set 2025 - 15h28
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O policial militar Amauri dos Santos Araújo foi condenado a 33 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da dentista Ana Luiza Dompsin, em 2021, após disparar um tiro na nuca da vítima. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri de Pedra Azul, em Minas Gerais (MG). O crime ocorreu na cidade de Divisa Alegre, onde Ana Luiza residia e mantinha consultório odontológico. Tanto a vítima quanto o réu são naturais da Bahia.

Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo
Foto: Contigo

Detalhes do ocorrido

Segundo informações da TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia, o caso foi enquadrado como feminicídio qualificado, considerando motivos torpes, dificuldade de defesa da vítima e violência de gênero. Durante a sentença, o juiz ressaltou que Amauri possuía histórico de agressões contra Ana Luiza e que agiu motivado por ciúmes e sentimento de posse. Além das instruções pelo homicídio, o réu foi punido por fraude processual, por alteração da cena do crime, e deverá pagar 640 dias-multa.

O júri teve início na manhã de terça-feira (16) e se estendeu até a noite de quarta-feira (17). A defesa de Amauri afirmou em nota que a reportagem "vai de encontro a todas as provas constantes dos autos, inclusive investigações pela própria acusação".

O crime ocorreu na madrugada de 23 de março de 2021, na residência de Ana Luiza. Os policiais foram acionados após uma notificação anônima. Natural de Vitória da Conquista, um dentista estava em Minas Gerais há três anos e tinha um consultório ativo no município de Divisa Alegre. Amauri só foi preso em 15 de abril de 2021, dez dias após a Justiça decretar sua prisão preventiva, sendo localizado em Cândido Sales, onde trabalhava como policial militar.

Motivações

Na época, Amauri chegou a alegar que Ana Luiza teria usado sua própria arma para cometer suicídio, versão que foi contestada durante a investigação. A mãe da dentista afirmou que Ana Luiza planejava encerrar o relacionamento e havia contado isso à família por telefone no dia do crime.

Inicialmente, o réu aguardou o julgamento em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, mas em julho de 2025 a Justiça determinou sua prisão preventiva. Com as observações, Amauri cumprirá a pena em regime fechado e perdeu a carga de policial militar. A decisão ainda cabe recurso.

Em nota, a defesa do réu declarou: "Trata-se de uma sentença que, desde o início, encontrada-se, de certo modo, previamente delineada. Nota-se que as notificações impostas a Amauri vai de encontro a todas as provas constantes dos autos, inclusive as denúncias pela própria acusação..."

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