Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Política

Senador do PT diz que CPMI do INSS não 'é de bom tom' para governo Lula

Fabiano Contarato foi o único membro do partido que assinou o requerimento para abertura da CPMI

29 mai 2025 - 17h53
(atualizado em 29/5/2025 às 13h15)
Compartilhar
Exibir comentários

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) afirmou nesta segunda-feira, 26, que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não é interessante para o governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. O parlamentar foi o único petista a assinar o requerimento para abertura da comissão.

"Esses fatos, que atingem uma camada da população com um elevado grau de vulnerabilidade, têm que ser apurados. Mas isso não impede, obviamente, que para o governo não seja propício, ou de bom tom", afirmou o senador.

A declaração ocorreu em entrevista coletiva antes da participação do senador em um painel Seminário de Segurança Pública, Direitos Humanos e Democracia do Instituto para a Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE).

Fabiano diz estar comprometido com o governo do presidente Lula, mas que é favorável à abertura da CMPI. O senador ainda diz que está com a consciência tranquila com relação à assinatura do requerimento e que o partido lhe dá autonomia para que possa se manifestar. "Não posso falar pelos meus colegas porque isso é pessoal de cada um", completa Fabiano.

O objetivo da CPMI é reunir deputados e senadores para apurar um esquema no Ministério da Previdência causada por um esquema que gerou R$ 6,3 bilhões em cobranças indevidas entre 2019 e 2024.

O escândalo provocou a saída do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, acusado de omissão. Ele foi indicado pelo Ministro da Previdência, Carlos Lupi.

Ao Estadão o senador reforçou que apoia a CPMI porque acredita que o combate a esse tipo de crime deve ser prioridade do Congresso Nacional e é complementar ao trabalho dos órgãos de controle.

"Como delegado aposentado e senador, sempre defendi, e continuarei defendendo, investigações isentas e rigorosas contra qualquer forma de corrupção", diz.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade