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Política

Fachin prega a favor de memória do 8 de Janeiro para evitar novos atos e defende atuação de Moraes

Presidente do STF afirmou que ministro relator da trama golpista 'esteve onde precisava estar' por ser 'seu ofício'

8 jan 2026 - 16h06
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BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta quinta-feira, 8, data em que completam-se três anos dos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília, que é preciso preservar a memória do ocorrido para que "o tempo não anestesie a nossa sensibilidade". O magistrado ainda defendeu a atuação do colega e vice-presidente do STF, Alexandre de Moraes, que conduziu os inquéritos e ações penais instauradas em resposta aos atos golpistas.

"Que a sua atuação no 8 de Janeiro nos lembre que defender a Constituição é defender aqueles que, com generosidade e abnegação, puseram as instituições à frente", afirmou Fachin. "Esteve onde precisava estar, não por bravata, mas porque era o seu ofício", completou.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, durante sessão da Corte
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, durante sessão da Corte
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

O presidente ainda afirmou que não se pode confundir "firmeza" com "jactância". A atuação de Moraes recebeu críticas ao longo dos últimos anos, sobretudo por setores de direita que questionavam o foro de tramitação do caso e a competência do magistrado.

Fachin defendeu a necessidade de se manter a memória do 8 de Janeiro viva "para que nós evitemos que o tempo anestesie a nossa sensibilidade e faça desaparecer não apenas a memória do malfeito praticado como de quem se levantou contra ele".

Estadão
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