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Polícia

SP: PMs são condenados por espancar estudante até a morte

28 mai 2009 - 11h17
(atualizado às 11h19)
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Rose Mary de Souza

Direto de Campinas

Após dois dias e pouco mais de 19 horas de audiência, terminou na noite de quinta-feira o julgamento no Tribunal de Júri do Fórum de Campinas (SP) com a condenação de três ex-policiais militares. Dois deles foram senteciados a 18 anos de prisão e um recebeu condenação de 6 anos por terem espacado até a morte o estudante Ivo Mucillo Júnior, 17 anos, em fevereiro de 2004, em Campinas.

Manoel Henrique Azevedo e Edmilson Lins receberam sentenças de 18 anos, cada um, e foram condenados por homicidio doloso triplamente qualificado por motivo fútil, meio cruel e sem chance de defesa. O terceiro réu, Robilon Alves, foi acusado de lesão corporal seguida de morte sem a intenção de matar e recebeu a pena de 6 anos de prisão.

O crime ocorreu em frente à extinta boate Usina Royal, no bairro Taquaral, em Campinas. Os réus vão responder em liberdade até a sentença ser transitada em julgado. Os ex-PMs foram exonerados do cargo no mesmo ano, após o incidente, e chegaram a cumprir prisão preventina por mais de um ano, mas foram beneficiados por um habeas corpus.

Os advogados de defesa manifestaram intenção de recorrer pedindo a anulação do julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A defesa de Azevedo e Lins sustenta que todos deveriam ter mesma sentença. Já o advogado de Alves pede o cumprimento da pena no semi-aberto. Durante o julgamento, os três réus permaneceram o tempo todo na sala do Tribunal de Júri. Das 29 testemunhas convocadas, 17 compareceram.

Fonte: Especial para Terra
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