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Polícia

SP: mulheres que roubaram bebê em shopping são suspeitas de outros raptos

23 ago 2013 - 15h33
(atualizado às 15h39)
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A polícia já solicitou as imagens das câmeras de vigilância do Tivoli Shopping, onde os fatos aconteceram, e quer ouvir todos os familiares
A polícia já solicitou as imagens das câmeras de vigilância do Tivoli Shopping, onde os fatos aconteceram, e quer ouvir todos os familiares
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

A polícia de Santa Bárbara d'Oeste (SP) está apurando se há uma relação entre as mulheres presas em flagrante na última quinta-feira, acusadas de sequestrar o bebê Gabriel Henrique Quirino de Almeida, de 23 dias de vida, em um shopping da cidade, com as duas mulheres que tentaram levar um bebê de 2 meses do bairro Santana, em Guarapuava (PR), em 1º de junho deste ano. Na ocasião, a mãe da criança, Ana Paula Galeski, 19 anos, teve 42% do corpo queimado em incêndio de sua casa, e morreu 24 dias depois.

Segundo testemunhas ouvidas na época, Ana Paula teria sido dopada por um sonífero pelas duas mulheres, que agrediram um garoto de 10 anos e esconderam o bebê dentro em uma sacola. Elas se apresentaram como missionárias da Pastoral da Criança.

Antes delas conseguirem fugir, em meio à confusão na rua provocada pelo incêndio que consumiu completamente a casa, um vizinho tomou a bolsa das mulheres suspeitando de algum objeto furtado e encontraram a criança dentro.

A Delegacia de Investigações Gerais e a Delegacia de Defesa da Mulher de Santa Bárbara d'Oeste prometeram falar sobre a questão ainda nesta sexta-feira. As mulheres presas foram identificadas como Angela Nicoliche, 50 anos, e as irmãs Elisabete Nicolete, 43 anos, e Aparecida Marta Nicolete, 47 anos. Elas são integrantes de uma comunidade cigana e na casa em que moravam havia uma placa de prática de ocultismo, tarô e jogo de búzios. As três foram encaminhadas para um cadeia feminina em Leme, interior de São Paulo.

Uma informação repassada pelo taxista Daniel de Paula Pinto, que realizou uma corrida com as duas mulheres para Londrina (PR) naquela data, é considerada de grande importância para a polícia de Santa Bárbara. "Elas falaram que era para ir a Londrina buscar um bebê e quando chegamos lá não havia nenhum bebê", falou ele.

O taxista contribuiu para a localização do garoto Gabriel. Horas antes, ele procurou a polícia relatando ter prestado serviços para as mulheres com as mesmas características físicas. A partir desses fatos, as três mulheres foram detidas.

Fonte: Especial para Terra
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