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Polícia

Cinco suspeitos são presos por sequestro de menino no Maranhão

12 jul 2012 - 22h35
(atualizado em 12/7/2012 às 09h47)
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Cinco pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no sequestro do menino Pedro Paulo Mendes, 4 anos, libertado na terça-feira após 14 dias de sequestro. Na manhã desta quarta-feira, Antonio Dagui, ex-funcionário do pai da criança, demitido este ano, foi preso em Imperatriz, no Maranhão. Conforme a investigação, ele foi o idealizador do crime.

A polícia do Maranhão apresentou os acusados Antonio Dagui, Ricardo Feitosa Santos e Bruno Francisco
A polícia do Maranhão apresentou os acusados Antonio Dagui, Ricardo Feitosa Santos e Bruno Francisco
Foto: A. Pinheiro / Divulgação

Também foram presos, em ação no Estado do Pará, Ricardo Feitosa Santos, acusado de invadir a casa do menino e levá-lo, e Bruno Francisco, que teria pego Dagui e Santos após o pagamento do resgate. Outras duas pessoas, um homem e uma mulher - que não tiveram os nomes informados -, foram presas no local onde a vítima era mantida em cativeiro. A polícia continua as buscas a outros quatro suspeitos de envolvimento no sequestro, uma mulher e três homens.

Segundo a polícia, o resgate de R$ 500 mil foi dividido entre a quadrilha. Dagui conhecia a rotina dos moradores da casa do garoto e passou as informações para o líder do grupo - já identificado pela polícia, mas cujo nome não foi divulgado. Dagui forneceu detalhes como as condições de saúde de Pedro Paulo, que tem rejeição a lactose.

O menino foi levado de casa, em Imperatriz, e encontrado em Palmeirante, no norte do Tocantins. Filho de um casal de comerciantes, o garoto foi sequestrado em 27 de junho, quando dois homens aproveitaram a entrada da babá na residência para invadir o imóvel. Segundo testemunhas, eles fugiram em uma caminhonete, com Pedro Paulo e a babá, que depois foi deixada a cerca de 20 km de Imperatriz.

Durante o cativeiro, o grupo se comunicou com a família por mensagens cifradas dentro de frascos abandonados em pontos estratégicos de Imperatriz e por mensagens gravadas em um chip de memória. A investigação iniciou logo após o sequestro, e o pagamento do resgate foi autorizado pela polícia, que monitorou os envolvidos que buscavam o dinheiro.

Terra

Colaborou com esta notícia o internauta Roberto Meira, de Belém (PA), que participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.

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