14 de janeiro - O secretário estadual de Segurança de São Paulo, Fernando Grella, durante entrevista coletiva nesta terça-feira
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
14 de janeiro - Cinco dos 12 mortos foram velados e sepultados no Cemitério dos Amarais, em Campinas
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
14 de janeiro - Familiares e amigos acompanham o funeral de uma das vítimas
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
14 de janeiro - Coroas de flores foram levadas para homenagear os mortos
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
14 de janeiro - Familiares e amigos de vítimas se preparam para enterro
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
14 de janeiro - Familiares pediram privacidade durante os enterros
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
13 de janeiro - Segundo a polícia, metade das vítimas tem passagem por crimes como roubo e tráfico de drogas
Foto: Denny Cesare / Futura Press
13 de janeiro - Polícia aumenta efetivo nas ruas de Campinas
Foto: Denny Cesare / Futura Press
13 de janeiro - Ônibus e carro incendiados após protestos na região do terminal Vida Nova
Foto: Denny Cesare / Futura Press
15 de janeiro - Familiares e amigos das vítimas da chacina ocorrida em Campinas realizam uma manifestação pedindo por justiça, na região de Ouro Verde
Foto: Denny Cesare / Futura Press
27 de janeiro - A Polícia Civil apresentou Gullet Fernandes Oliveira, 22 anos, acusado de matar o policial Arides Luis dos Santos. Ele foi preso em Minas Gerais e transferido para Campinas
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
27 de janeiro - Em entrevista coletiva, o diretor do Departamento de Policia Judiciária de São Paulo Interior 2 (Deinter 2), delegado Licurgo Nunes Costa, afirmou que o acusado confessou que atirou no policial para se defender
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
29 de janeiro - Cinco policiais militares de Campinas foram detidos por uma força-tarefa formada pela Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo, Ministério Público e Polícia Civil, apontados por envolvimento na chacina
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
30 de janeiro - O comandante do 47º Batalhão da Polícia Militar do Interior de Campinas, coronel Carlos de Carvalho Júnior, durante coletiva
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
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Cinco policiais militares de Campinas foram detidos nesta quarta-feira por uma força-tarefa formada pela Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo, Ministério Público e Polícia Civil. Eles foram encaminhados para a Delegacia Seccional de Campinas, devem prestar depoimento e depois podem receber voz de prisão.
Os policiais são apontados por envolvimento na chacina ocorrida em 12 e 13 de janeiro. Os soldados teriam implicações principalmente com a morte do adoldescente Joabe Gama, 17 anos, que morreu dias depois. Ele foi um dos sobreviventes da chacina cujo boletim de ocorrência não foi registrado na data do crime pelos policiais militares que atenderam a vítima.
A acusação contra a PM foi denunciada por familiares e vizinhos que presenciaram a ação. Mais de 50 pessoas foram ouvidas pela polícia, entre elas 12 policiais.
As 12 mortes aconteceram horas após o registro da morte do policial Arides Luis dos Santos, 44 anos, ocorrida em 12 de janeiro. Os 12 corpos foram encontrados em cinco bairros da região do Ouro Verde em Campinas.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que uma coletiva será concedida amanhã sobre a prisão dos cinco PMs. Nenhum dos delegados da Polícia Civil quis comentar a ação que começou por volta das 14h e envolveu dezenas de policiais no cumprimento de cinco mandados.
A operação contou com policiais de São Paulo, da Corregedoria da Polícia Militar e do Grupo Especial de Resgate (GER), além da força-tarefa composta pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Ministério Publico e seis delegados da Polícia Civil.
Dos cinco detidos três estavam em serviço; um deles estava trabalhando na Copom do Comando de Policiamento de Área do Interior 2 (CPAT), na Vila Industrial.