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Novo diretor da PF se reúne com Bolsonaro em meio à polêmica

8 mai 2020 - 19h27
(atualizado às 19h33)
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O novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Souza, reuniu-se nesta segunda-feira com o presidente Jair Bolsonaro, segundo nota da Divisão de Comunicação da corporação, em encontro ocorrido no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça.

Bolsonaro  assinou na manhã desta segunda-feira (4) o termo de posse de Rolando Alexandre de Souza, novo diretor-geral da Polícia Federal
Bolsonaro assinou na manhã desta segunda-feira (4) o termo de posse de Rolando Alexandre de Souza, novo diretor-geral da Polícia Federal
Foto: Isac Nóbrega / PR

"O diretor-geral compareceu ao Palácio para acompanhar uma agenda do Senhor MJSP com o senhor presidente da República e para tratar dos trâmites normais para a nomeação dos demais diretores", disse a PF.

O encontro de Souza com Bolsonaro, negado pelo Secretaria de Comunicação Social da Presidência, ocorre no momento em que, em inquérito comandado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, a corporação investiga o presidente após o ex-ministro da Justiça Serio Moro ter declarado que ele tentou interferir politicamente na instituição.

Esse episódio levou à queda de Moro e do então chefe da PF, Maurício Valeixo. Rolando Souza foi a escolha de Bolsonaro para comandar a polícia após o ministro do STF Alexandre de Moraes ter barrado na semana passada a posse do preferido pelo presidente, Alexandre Ramagem.

A Advocacia-Geral da União (AGU) chegou a pedir nesta sexta ao STF que reconsiderasse a decisão que barrou a escolha de Ramagem, atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para o comando da PF.

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, no entanto, não chegou a analisar o teor em si do recurso e julgou "prejudicado" o mandado de segurança. A alegação dele foi que, como o governo desistiu da nomeação de Ramagem, o pedido perdeu o objeto.

Ramagem tornou-se amigo pessoal da família Bolsonaro depois de atuar como chefe da segurança do então candidato à Presidência em 2018, depois que Bolsonaro sofreu um atentado em setembro daquele ano. Moraes barrou a posse dele por alegar que haveria indícios de desvio de finalidade com a escolha.

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