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Witzel diz que presos no caso Marielle podem fazer delação

Governador do Rio de Janeiro falou sobre a possibilidade de uma delação premiada como parte da investigação

12 mar 2019
15h33
atualizado às 15h33
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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse hoje (12) que Ronnie Lessa e Elcio Vieira podem fazer delação premiada. Os dois foram presos acusados de matar a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes.

"Estes que foram presos hoje certamente poderão pensar em uma delação premiada. Isto faz parte da investigação com os avanços surpreendentes da Lava Jato, utilizando estas técnicas de investigação", ressaltou.

Governador Wilson Witzel concedeu uma entrevista coletiva no fim da manhã desta terça-feira (12/03), no Palácio Guanabara, divulgando informações sobre as prisões dos suspeitos do assassinato da deputada Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes
Governador Wilson Witzel concedeu uma entrevista coletiva no fim da manhã desta terça-feira (12/03), no Palácio Guanabara, divulgando informações sobre as prisões dos suspeitos do assassinato da deputada Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes
Foto: Adriano Ishibashi / Framephoto / Estadão

Segundo Witzel, a Polícia Civil utilizou métodos criados pela Operação Lava-Jato para poder chegar aos dois presos de hoje.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, participa de entrevista coletiva sobre o caso Marielle Franco - Tomaz Silva/Agência Brasil

"A Lava-Jato tem sido um exemplo. A investigação tem de ser fragmentada para que resultados apareçam. Tenho certeza de que nós avançamos muito e vamos avançar mais ainda", disse o governador durante a entrevista coletiva no Palácio Guanabara.

Lessa e Vieira foram presos nas primeiras horas da manhã. Ambos são suspeitos de serem os responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e Anderson Pedro Gomes, em 14 de março, no centro do Rio.

O carro em que estava Marielle e Anderson foi atingido por 13 tiros. A vereadora foi morta com tiros na cabeça e o motorista foi alvejado pelas costas. Uma testemunha, que trabalhava com Marielle, sobreviveu ao ataque.

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