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Rio de Paz vai à Alerj discutir prisões arbitrárias em protesto

19 jun 2013 14h26
| atualizado às 14h28
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O presidente do Movimento Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, se reunirá nesta quarta-feira, às 15h30, com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Marcelo Freixo. No encontro, serão apresentados e discutidos os casos de detenções arbitrárias de manifestantes que participaram do protesto que levou milhares de cidadãos às ruas do centro do Rio de Janeiro, na última segunda-feira. 

<p><b>Belém (PA) </b>Manifestante chama professores para ir às ruas protestar</p>
Belém (PA) Manifestante chama professores para ir às ruas protestar
Foto: Filipe Faraon / Especial para Terra

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Entre os 25 detidos estava Matheus Mendes Costa, filho do presidente da ONG, Antônio Carlos da Costa. O estudante de economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), 20 anos, foi revistado e levado para a viatura policial quando estava ao lado do pai durante os protestos pacíficos.

Quase ao final do ato na segunda-feira, a polícia e os manifestantes entraram em confronto na capital fluminense. O enfrentamento aconteceu em frente à Alerj, que recebeu forte policiamento para evitar pichações. Os manifestantes fizeram fogueiras nas imediações do prédio e atearam fogo em um carro virado no estacionamento funcional da Alerj. Pelo menos 15 focos de incêndio foram contados pela reportagem do Terra

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Policiais militares tentaram dispersar os manifestantes que se aproximaram, e estes reagiram com fogos de artifício e jogando pedras. A polícia então usou balas de borracha, gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Houve tumulto e correria na região da assembleia, e alguns manifestantes quebraram vidraças de lojas e agências bancárias, enquanto outros picharam as pilastras do Palácio Tiradentes, sede do Legislativo estadual.

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