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Reuters

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Irã ataca bases com soldados americanos

03/01/2020
REUTERS/Tom Brenner
03/01/2020 REUTERS/Tom Brenner
Foto: Reuters

O Irã lancou na noite desta terça-feira mísseis contra duas bases que abrigam tropas americanas no Iraque. Segundo os EUA, pelo menos 12 de misseis foram lançados a partir do Irã contra as bases de Al Assad e Erbil. O anúncio do ataque foi originalmente divulgado pela imprensa estatal do Irã. Segundo o governo iraniano, a operação faz parte de uma campanha de retaliação contra os EUA pelo ataque que matou o general Qassim Soleimani na semana passada. A operação, segundo a imprensa iraniana, foi batizada como "Mártir Soleimani" e está sendo conduzida pela divisão aeroespacial da Guarda Revolucionária, que teria lançado mísseis superfície-ar contra as bases.

Depois do ataque, o presidente americano Donald Trump reuniu a cúpula do país para discutir a situação. Os assessores convocados para o encontro na Casa Branca incluíram o vice-presidente Mike Pence e o secretário de Estado, Mike Pompeo. A informação é de que o clima em Washington virou desde a confirmação dos ataques. No início da tarde, o governo americano parecia mais preocupado em contornar a pressão interna para que apresentasse evidências de que Soleimani representava uma ameaça de ataque iminente, justificativa usada para ordenar o ataque que matou o general iraniano. Horas depois de Trump e Pompeo terem reforçado, em pronunciamentos públicos, que veem a ação que matou o militar iraniano como uma estratégia correta, os 12 mísseis atingiram as bases militares.

A ação militar iraniana também fez o preço internacional do petróleo disparar. Às 20h45 (no horário de Brasília), o barril do petróleo WTI para fevereiro subia 4,27%, para US$ 65,38 por barril. Os índices futuros das Bolsas de Nova York também operavam em queda, com o futuro do Dow Jones caindo 0,74%, o do S&P 500 cedendo 0,71% e o do Nasdaq perdendo 0,82%. As ações negociadas na bolsa brasileira também devem sofrer nesta quarta-feira, refletindo o cenário externo.

Fluminense-BA desiste de contratar o goleiro Bruno

Goleiro Bruno durante testes físicos no CT do Boa Esporte, em Varginha (MG), em 12/07/2017
Goleiro Bruno durante testes físicos no CT do Boa Esporte, em Varginha (MG), em 12/07/2017
Foto: Pakito Varginha / Futura Press

O Fluminense de Feira desistiu da contratação do goleiro Bruno, que cumpre pena em regime semiaberto pelo assassinato e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2010. De acordo com o presidente do clube, a repercussão negativa da possibilidade de acertar com o atleta fez ele desistir da negociação. Durante entrevista coletiva dada nesta terça-feira, Ewerton Carneiro, presidente do time baiano, contou que recebeu diversas críticas nas redes sociais pela negociação. Algo que aumentou a pressão sobre o Fluminense de Feira foi um comentário feito na segunda-feira pela repórter Jéssica Senra, apresentadora de um telejornal na Bahia. Dentre outras coisas, ela criticou que Bruno volte a atuar profissionalmente.

Bolsonaro sanciona lei que transfere Coaf ao BC

Presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada
22/11/2019
REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada 22/11/2019 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira a lei que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central. O texto deve ser publicado nesta quarta-feira, no Diário Oficial da União (DOU). Bolsonaro manteve alterações feitas pelo Congresso sobre a medida provisória (MP) proposta pelo governo. Ou seja, não houve vetos à lei. A principal mudança imposta no Legislativo foi ter barrado a possibilidade de indicar para os cargos de conselheiro pessoas que não fazem parte do serviço público. Essa alteração, prevista na sugestão do governo, foi rechaçada como uma medida que abria brecha para indicações políticas e não técnicas ao Coaf. 

Ato do MPL em SP tem confusão em estação do Metrô

Ato teve confusão no metrô paulistano.
Ato teve confusão no metrô paulistano.
Foto: Daniel Teixeira / Estadão Conteúdo

Um ato do Movimento Passe Livre (MPL) contra o reajuste das tarifas foi marcado por uma confusão na estação Trianon-Masp do Metrô. O ato, que começou na Prefeitura por volta de 17 horas e seguiu depois para a Avenida Paulista, acabou se concentrando dentro do metrô, após a forte chuva que atingiu a região. Após caminhar em direção à Consolação, alguns manifestantes furaram o cerco da PM e passaram a ocupar as faixas no sentido Paraíso. Um grupo de black blocs correu para invadir a Estação Trianon, do Metrô, e foi seguido pela polícia por volta das 19h30. Houve princípio de tumulto e correria. Depois os agentes conseguiram bloquear as entradas.

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Fonte: Equipe portal
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