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Atacante da Seleção Brasileira é alvo de intolerância religiosa; clubes respondem

Praticante do Candomblé, Paulinho chegou a agradecer a Exu pela convocação para a Seleção

17 nov 2023 - 19h00
(atualizado às 22h43)
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Foto: Gazeta Press

O atacante Paulinho, do Atlético-MG, convocado pelo técnico Fernando Dinizfoi alvo de intolerância religiosa após a derrota da Seleção Brasileira em Barranquilla, na Colômbia.

O jovem de 22 anos entrou no segundo tempo contra a Colômbia, mas não conseguiu ajudar no confronto, e o Brasil acabou perdendo por 2 a 1. 

Praticante do Candomblé e conhecedor da Umbanda, religiões de matriz africana, Paulinho foi alvo de piadas, desrespeito e preconceito na rede social X (antigo Twitter). Quando foi convocado, o atacante fez um agradecimento a Exù (um dos orixás do Candomblé).

O  Atlético-MG se pronunciou sobre o assunto e repudiou a intolerância religiosa sofrida pelo jogador, lembrando que a ação é crime no Brasil. 

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"A intolerância religiosa é crime e deve ser combatida por todos. O Galo repudia veementemente os ataques destinados ao nosso atleta Paulinho, nas redes sociais, durante a partida da Seleção Brasileira. Força, Paulinho. Que sua fé te proteja da maldade alheia!", protestou o Atlético-MG na rede social X.

O Vasco, clube formador do atelta, também comentou sobre o tema nas redes sociais, criticando os ataques a Paulinho. O clube de São Januário defende "uma sociedade plural, para que cada indivíduo possa, em paz, expressar a sua fé".

Fonte: Redação Terra
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