Primeiro-ministro cogita feriado por título da Inglaterra e ironiza pedidos para anular expulsão
Seleção inglesa desafia a Noruega no próximo sábado, em confronto das quartas de final da Copa do Mundo
A campanha da Inglaterra na Copa do Mundo já ultrapassa as quatro linhas e mobiliza até o governo britânico. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, admitiu a possibilidade de decretar um feriado nacional caso a seleção encerre o jejum de 60 anos sem conquistar o Mundial.
O primeiro-ministro também elogiou a atuação da equipe comandada por Thomas Tuchel na vitória por 3 a 2 sobre o México, resultado que garantiu a classificação às quartas de final da Copa do Mundo.
"Foi uma das melhores atuações da Inglaterra que já vi", disse.
Segundo a imprensa britânica, caso a seleção conquiste o título, o governo avalia decretar um feriado nacional na sexta-feira seguinte à decisão, marcada para o dia 19 de julho.
Durante o encontro da Otan, Starmer ainda brincou com o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, que estará do lado oposto durante o duelo entre as seleções.
"Sou um bom amigo dele. A relação entre Reino Unido e Noruega é mais forte do que nunca, e ele é uma figura importante nas coalizões que estamos construindo. Mas, por 90 minutos no sábado, teremos que seguir caminhos diferentes", afirmou.
O líder britânico comentou, em tom descontraído, a expulsão do zagueiro Jarell Quansah na vitória sobre o México. Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conseguir junto à Fifa a suspensão do cartão de Folarin Balogun para que o atacante pudesse enfrentar a Bélgica, Starmer disse que recebeu diversas mensagens pedindo uma intervenção semelhante.
"Não consigo dizer quantas mensagens recebi pedindo para rescindir o cartão vermelho que recebemos na madrugada de segunda-feira. Mas faço questão de dizer que não tentei fazer isso", garantiu.
A Inglaterra enfrenta a Noruega neste sábado, às 18h (de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami. O vencedor garante vaga nas semifinais da Copa do Mundo e pega quem passar de Argentina e Suíça.
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