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Ron Dennis diz que não conteve lágrimas ao ver filme sobre Senna

4 abr 2011 - 17h28
(atualizado às 23h15)
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Ron Dennis, diretor executivo e ex-chefe da McLaren, admitiu nesta segunda-feira que se emocionou e não conseguiu segurar o choro ao assistir Senna, documentário sobre a vida e carreira do piloto brasileiro, morto em um acidente no GP de San Marino, em 1994.

Senna comemora um dia antes da corrida a polo position para o GP do Brasil; mesmo correndo com problemas na marcha e com fortes câimbras nos braços, Senna subiu ao pódio e ergueu o troféu com muita dificuldade, levando ao delírio os torcedores que o acompanhavam no circuito de Interlagos
Senna comemora um dia antes da corrida a polo position para o GP do Brasil; mesmo correndo com problemas na marcha e com fortes câimbras nos braços, Senna subiu ao pódio e ergueu o troféu com muita dificuldade, levando ao delírio os torcedores que o acompanhavam no circuito de Interlagos
Foto: AFP

"Em certos momentos eu chorei. Algumas imagens do filme me tocaram profundamente. Tínhamos um relacionamento muito próximo, brigando apenas sobre contratos", declarou o dirigente.

O filme contém imagens que contam a trajetória das glórias de um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1, também como depoimentos de familiares, amigos e colegas, como o ex-piloto e rival Alain Prost.

Sobre a relação de Senna com o francês, Ron explicou que nunca se arrependeu por deixá-los um contra o outro. "Se você tenta ganhar com apenas um piloto, a habilidade do time sofre. O que é claro é que, independentemente da disputa, vencemos 15 de 16 corridas em 1988", lembrou.

Ayrton Senna conquistou três títulos com a McLaren, em 1988, 1990 e 1991, antes de ir para a Williams, em 1994. Em sua nova equipe, disputou apenas três corridas antes de falecer após uma batida no circuito de Ímola, na Itália, no dia 1º de maio.

Quando perguntado sobre a relação de Lewis Hamilton (campeão em 2008) e Jenson Button (vencedor do mundial no ano seguinte, pela Brawn GP), Dennis mencionou o ambiente mais harmonioso que a McLaren possui hoje. "Martin Whitmarsh (chefe da equipe) tem uma situação muito mais fácil do que a que eu tinha no meu tempo", finalizou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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