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Para diretor de provas da F1, opção por asa aberta ocasionou colisões

11 jul 2018
19h01
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Para o diretor de provas da Fórmula 1, Charlie Whiting, as colisões sofridas pelo francês Romain Grosjean e pelo sueco Marcus Ericsson, no Grande Prêmio da Grã-Bretanha, foi uma "opção dos pilotos". Não que causaram isso propositalmente, mas sim que eles sabiam do risco que corriam ao encarar a curva Abbey com a asa traseira aberta, no último final de semana.

Durante a corrida em Silverstone, a sugestão era que quem percorresse a Abbey de pé baixo, em asa aberta, poderia desabilitar o sistema DRS (em português, Sistema de Redução de Arrasto) por um botão atrás do volante. A outra opção era deixar que a asa fechasse sozinha, quando a aceleração não é plena - e assim, arriscar-se.

Sem Grosjean e Ericsson apertarem o botão, e tentarem contornar a curva de pé cravado, com asa aberta, ambos rodaram na pista. "Acredito que os incidentes em que os pilotos perderam o controle na primeira curva porque tinham o DRS aberto foram por uma opção do piloto, assim como qualquer outra opção que você faz em um carro", defendeu Whiting.

"É como qualquer carro que tem coisas que podem ser desafiadoras para os pilotos. Às vezes, eles tentam fazer de pé embaixo quando não é realmente para isso, e eles rodam", continuou o diretor. Éé a escolha deles. Se eles acham que podem fazer isso, podem tentar. Não há um requisito para fazer isso. É como qualquer outra escolha que equipes e pilotos fazem".

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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