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Ocon critica possível saída do GP da França da F1: "Grand Prix é um termo francês"

Preocupado com uma possível saída da França do calendário da Fórmula 1, Esteban Ocon argumentou que tradição automobilística do país justifica realização de corrida "em qualquer lugar"

19 jul 2022 - 09h30
(atualizado às 09h51)
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Ocon não quer ver a França fora da F1
Ocon não quer ver a França fora da F1
Foto: Alpine / Grande Prêmio

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Esteban Ocon vive a expectativa de voltar a correr em seu país natal, a França, sede da próxima etapa do Mundial de Fórmula 1. No entanto, o piloto está ciente de que pode ser sua última participação no local, já que a corrida em Paul Ricard está seriamente ameaçada para o calendário de 2023 — assim com outras pistas tradicionais, como Spa. O piloto da Alpine, quando questionado sobre o assunto, fez questão de deixar clara sua opinião: a França precisa permanecer na categoria.

"Obviamente, não tem nada confirmado ainda", disse Ocon. "Eu escutei muitos rumores e coisas sobre o GP da França. Realmente não sei sobre o GP da Bélgica. Mas vi um grande comentário feito por Stefano [Domenicali], basicamente dizendo que a França merece ter uma corrida no futuro. Essa é minha opinião também, é o que acredito", afirmou.

Ocon argumentou até com a terminologia do termo 'Grand Prix', cunhado na França, como forma de indicar o tamanho da tradição do país no cenário do automobilismo. De acordo com o companheiro de Fernando Alonso, seria possível realizar uma corrida "em qualquer lugar" do país.

Ocon defendeu a permanência de Paul Ricard no calendário da F1 em 2023 (Foto: F1/Twitter)

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"Um GP possui 'Grand Prix' no nome, e você sabe, é um termo francês", ressaltou. "Existe uma grande comunidade automobilística na França, temos alguns dos maiores e melhores carros também. Poderíamos encontrar uma corrida se Paul Ricard não estiver funcionando. Poderíamos fazer em qualquer lugar, e vi alguns comentários de Stefano sobre isso, então fiquei feliz", afirmou.

A ameaça de permanência de algumas pistas tradicionais se explica pelo surgimento de novos acordos, como a estreia de Miami em 2022 e a corrida prevista em Las Vegas para 2023. Além disso, a Fórmula 1 possui intenção — já tornada pública — de retornar à África e trabalha para conseguir correr em Kyalami, o que diminuiria o espaço no calendário. Vale lembrar que no ano que vem, a China retornará à F1 e o Catar fará sua primeira corrida em um acordo válido por dez anos.

"Eu vou para lá na próxima corrida muito feliz, para aproveitar meu GP da França", destacou. "Vou ver minha própria arquibancada pela primeira vez também. Então, estou ansioso para aproveitar o incentivo dos torcedores de lá", finalizou.

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