Ex-integrante da Mercedes no DTM, categoria de esportes de carro de turismo, Susie Wolff integra agora a equipe de pilotos de desenvolvimento da Williams na F-1. Casada com o chefe da equipe, Toto Wolff, a escocesa acredita que pode fazer parte do grupo que irá pilotar o cockpit da escuderia nos testes com novatos do meio do ano, em Silverstone (ING).
Fórmula 1 - GP do Bahrein 2013
Foto: EFE
"Para mim, o passo lógico a seguir é fazer parte dos testes de jovens pilotos, fazer isso bem e saber logo qual é o passo seguinte a se dar", relata Susie, em entrevista à agência Reuters.
A mulher do dirigente não escondeu a insatisfação com a indefinição de quem irá pilotar o carro da Williams no circuito inglês. Para ela, como não há um piloto de testes oficial na equipe, a sua experiência a credencia como a mais indicada a guiar o cockpit nas atividades.
"Em teoria, tenho quilometragem suficiente no carro para pedir a vaga, mas não faz sentido pedi-la até que não haja previsão de aproveitá-la. Ainda não me disseram nada, mas isso tem de acontecer. Se não fosse assim, não perderia meu tempo por nada. Não faz sentido que se organize um teste como esse e o piloto de desenvolvimento não suba no carro", cobra a escocesa.
Susie acredita que tem potencial para fazer parte até mesmo do grid de pilotos da Fórmula 1. Segundo ela, há um movimento nos bastidores para que o número de mulheres na categoria aumente, fato que pode ajudá-la na busca por uma vaga.
"Eu estava competindo em um alto nível no DTM há pouco tempo. Existe um grande movimento que quer ver uma mulher na F1, então este é o momento. Para mim, é a hora certa porque no esporte a motor o talento é muito importante, talvez mais do que a sorte e o timing", analisa, revelando ter parceiro importante na luta para estar no grid.
"Bernie (Ecclestone) está fazendo muito para me ajudar a chegar na F-1. Ele sabe que há uma perspectiva de negócios (na entrada de mulheres na categoria)", conclui.
Você se lembra como é o capacete de Sebastian Vettel? Se não se lembra, não se preocupe. O alemão da Red Bull é mestre em trocar a proteção de sua cabeça. Desde que chegou à Fórmula 1 em 2007, seu capacete azul e prateado já passou por várias mudanças de desenho e de cor. Nos últimos anos, o tricampeão tem se especializado em fazer homenagens com a peça, que já foi branca, preta, azul, vermelha, cintilante, multicolorida e até imitando madeira. Relembre as variações e escolha a mais bonita: