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F1 2025: Aston Martin cheia de chefes, mas poucos executores

Houve melhoria na Aston Martin em 2025, porém foi mais um ano abaixo das expectativas. Muitas estrelas à bordo e vem Newey em 2026...

6 jan 2026 - 17h06
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Aston Martin em Abu Dhabi: Mais um ano de expectativas e muitas chegadas e saídas
Aston Martin em Abu Dhabi: Mais um ano de expectativas e muitas chegadas e saídas
Foto: Aston Martin Aramco F1 Team / X

Aston Martin Aramco F1 Team

Carro: AMR25

Motor: Mercedes M16 E Performance

Posição Campeonato Construtores: 7º lugar - 89 pontos

Melhor Resultado: 5º lugar - Fernando Alonso - GP da Hungria

Pilotos:

Fernando Alonso - 10º lugar - 56 pontos

Lance Stroll - 16º andar - 33 pontos

Para 2025, a expectativa sobre a Aston Martin não era tão grande quanto antes. Não é segredo todo o investimento que Lawrence Stroll vem fazendo para estruturar um time de ponta, tanto em termos de estrutura (talvez tenha a fábrica mais moderna da F1) e de pessoal. Porém, fazer isso tudo funcionar leva tempo. Em 2024, se esperou muito e o resultado simplesmente não apareceu.

Diante disso, a estrategia tocada por Andy Cowell, entao entronizado como chefe de equipe, era tentar entender melhor o carro e as ferramentas usadas para poder desenvolver o AMR25. Era uma versão ajustada do AMR24, que tinha recebido um festival de atualizações ao longo do ano, sem resolver os problemas. Alonso e Stroll reclamavam de falta de velocidade e aderência, além de inconsistência.

O AMR25 ainda foi obra de Dan Fellowes (ex-Red Bull), mas foi demitido logo. Enrico Cardile veio da Ferrari para comandar o gabinete técnico, porém teve que aguardar para assumir seu cargo por conta do acordo de quarentena fechado quando da sua saída. O fato é que o AMR25 era um carro que parecia melhor do que seu antecessor, mas ainda faltava (muita) coisa

Não deixou de ser surpresa quando Lance Stroll chegou em sexto lugar na Austrália. Mas talvez o surpreendente foi o fato do canadense ter sido o responsável pelos pontos iniciais do time. Alonso foi marcar seus primeiros pontos na Espanha, nona etapa da temporada. Aqui, a Aston trouxe um pacote aerodinâmico que trouxe um pouco mais de confiança aos pilotos.

A parte mais impressionante do ano da Aston Martin foi a confirmação da vinda de Adrian Newey para comandar o Departamento Técnico do time, além de ser acionista. Inicialmente, Newey veio para tocar o projeto do carro de 2026. Entretanto, não deixou de se notar a coincidência da chegada do "Mago" com a melhoria de desempenho. Uma das observações que Newey teria feito seria o pacote de ferramentas que o time usa e teria dado algumas dicas ao departamento técnico, composto de muita gente de seu tempo da Red Bull.

A partir da Espanha, Alonso passou a pontuar mais, com o melhor resultado vindo na Hungria. Porém, muitos dos resultados vieram de estratégias um pouco mais "ousadas", com o espanhol funcionando como uma espécie de "rolha", segurando o pelotão e depois se aproveitando do bom desgaste dos pneus do AMR25.

Diante de 2024, 2025 foi um ano de melhora. Mas a Aston Martin se ressente das inumeras mexidas dos ultimos anos sem tempo de consolidação. É o famoso caso da "porta giratória": sempre tem gente entrando e saíndo. Não à toa, no final da temporada, o time surpreendeu com o anuncio de Adrian Newey como chefe de equipe e Andy Cowell sendo deslocado para ser o elemento de ligação com a Honda, que passa a ser fornecedora exclusiva do time para 2026.

É muito cacique para pouco índio. E a conta vendo sendo paga com muitos dólares e poucos resultados. A esperança é que 2026 todo o esforço comece a valer a pena. Como foi em 2025, 2024, 2023...

Parabólica
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