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Em início de série como visitante, Athletico-PR desafia o Bahia na Fonte Nova

Equipe vai encarar uma sequência de dois jogos fora de casa pelo Brasileiro

5 out 2019
13h53
atualizado às 14h11
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Depois de empatar por 1 a 1 com a Chapecoense na Arena da Baixada, o Athletico-PR vai encarar uma sequência de dois jogos fora de casa no Campeonato Brasileiro, ambos contra integrantes do G6. Antes de enfrentar o Corinthians em São Paulo, o time comandado por Tiago Nunes vai a campo na Fonte Nova, em Salvador, onde faz um embate com o Bahia, a partir das 19 horas, em jogo válido pela 23.ª rodada.

O Athletico-PR precisa melhorar o desempenho como visitante se quiser sair dos próximos jogos com o saldo positivo. Até agora, foram apenas duas vitórias fora de Curitiba, contra CSA e Cruzeiro, em contraste com três empates e seis derrotas nas partidas restantes.

Com uma campanha oscilante, a equipe paranaense aparece em nono lugar, com 31 pontos, a seis do Bahia, último time dentro do G6, com 37. A disputa pela vaga na Copa Libertadores não interessa aos atleticanos, que já garantiram a classificação ao conquistarem o título da Copa do Brasil, mas uma colocação melhor na tabela é desejada por motivos financeiros.

Para o jogo contra o Bahia, a principal novidade paranaense será a reedição da dupla de zaga formada por Léo Pereira e Thiago Heleno, muito utilizada no ano passado e importante na conquista da Copa Sul-Americana. Léo perdeu espaço naturalmente e Thiago Heleno cumpria suspensão por doping, encerrada na última terça-feira.

Os dois voltarão a atuar lado a lado porque os outros nomes da posição estão lesionados, tanto que Tiago Nunes pode não ter um zagueiro de origem disponível no banco. Pedro Henrique se recupera de uma lesão grau 2 na coxa, Robson Bambu passou por uma cirurgia no treino e Lucas Halter foi vetado por dores na coxa.

O atacante Marco Ruben continua de fora. Ele já tinha sido liberado esta semana para acompanhar o pai enfermo na Argentina. Alessandro Ruben morreu nesta sexta-feira. Ele sofria de câncer na garganta. Os jogadores vão atuar com uma tarja preta no braço em sinal de luto.

Estadão
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