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Indicadores de economia e educação melhoram em 1º ano de Lula; contas públicas pioram, mostra levantamento

Dados revelam que 66 índices apresentaram melhora, 20 apresentaram piora e 13 permaneceram estáveis

4 mar 2024 - 11h08
(atualizado às 11h46)
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O Supremo Tribunal Federal, em Brasília
O Supremo Tribunal Federal, em Brasília
Foto: DIVULGAÇÃO/ STF / Estadão

A análise dos indicadores do País revela que em 2023, durante o primeiro ano do mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), houve uma evolução positiva em áreas como economia e saúde, em comparação com 2022. O levantamento, realizado pela Folha de S.Paulo, indicou que 66 indicadores apresentaram melhora, 20 apresentaram piora e 13 permaneceram estáveis. O avanço é superior ao observado em 2019, durante o primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro (PL), quando a maioria dos indicadores analisados na época registrou resultados negativos.

O progresso dos indicadores não necessariamente reflete uma ação direta do governo federal. No âmbito da segurança pública, por exemplo, a maior responsabilidade recai sobre os governos estaduais. No campo econômico, outro exemplo, os indicadores também são influenciados por uma variedade de ações ao longo dos anos, envolvendo diversos atores além do governo federal e ultrapassando as fronteiras nacionais. No entanto, houve uma piora nos índices relacionados às contas públicas e aos investimentos diretos estrangeiros no País.

Economia

De maneira geral, os resultados econômicos do ano passado apresentaram melhorias em 24 pontos, incluindo alguns segmentos do Produto Interno Bruto (PIB), índices de inflação e taxa de câmbio. Por outro lado, foram registradas pioras em 11 pontos, como o aumento da dívida pública e os déficits nas contas públicas e nos gastos previdenciários.

O primeiro ano da gestão Lula também se destacou por medidas que impactaram o mercado interno, como a revitalização de programas sociais, em especial o Bolsa Família, e uma nova política para o salário mínimo, garantindo um aumento real em seu valor.

Educação

No Ministério da Educação (MEC), o ano de 2023 marcou um retorno à coordenação da política educacional, que havia sido desarticulada durante o governo Bolsonaro. Dos 10 indicadores analisados, 8 apresentaram avanços, enquanto houve uma piora e uma estabilidade, ambas relacionadas ao ensino superior.

Fonte: Redação Terra
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