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Conta de luz mais cara: CCEE prevê bandeira vermelha 2 em julho e agosto; amarela pode fechar o ano

A tendência é de que as contas de luz sigam com alguma cobrança adicional ao menos até novembro, conforme projeções apresentadas pela CCEE nesta segunda-feira, 2

2 jun 2025 - 19h16
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A perspectiva para a incidência de chuva nos próximos meses aponta para uma pressão de alta dos preços de referência para a energia de curto prazo, em função da situação das hidrelétricas. O cenário levará ao acionamento da bandeira tarifária vermelha 2 — a mais alta — ao menos em julho e agosto, com cobrança adicional é de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. É o que apontam as projeções da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A tendência é de que as contas de luz sigam com alguma cobrança adicional ao menos até novembro, conforme a apresentação feita pelos técnicos CCEE na tarde desta segunda-feira, 2.

Após um maio com bandeira tarifária amarela, com cobrança adicional de R$ 1,88 a cada 100 (kWh) consumidos, passou a vigorar em junho a bandeira vermelha 1, com cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 kW/h.

Nos dois cenários apresentados nesta segunda-feira — um que considera projeção de Energia Natural Afluente (ENA) via redes neurais, mais otimista, e outro que considera a precipitação observada entre junho de 2021 e julho de 2022, mais pessimista —, o acionamento da bandeira vermelha 2 é apontado para os próximos dois meses.

A partir de setembro há divergências e, enquanto no primeiro cenário a indicação é de bandeira vermelha 1, no segundo a cobrança mais elevada permanece por mais um mês, recuando apenas em outubro.

No décimo mês deste ano, os cenários voltam a convergir, com ambos indicando bandeira vermelha 1. Em novembro, enquanto o mais otimista aponta bandeira amarela, encerrando 2025 com coloração verde, o mais pessimista indica bandeira vermelha 1, com o País encerrando o ano na bandeira amarela, retomando a verde apenas em janeiro de 2026.

As diferenças têm como base a previsão para o volume de chuva que chegará aos reservatórios do País nos próximos meses. Embora em ambos os cenários a perspectiva seja de afluências abaixo da média histórica para o período, as projeções com redes neurais indicam Energia Natural Afluente (ENA) no nível acima dos 70% entre junho e setembro, superando os 80% em outubro.

Já no segundo cenário, o indicador fica abaixo dos 70% entre julho e setembro, também superando os 80% a partir de outubro.

Estadão
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