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Brasil aumenta vigilância para evitar peste suína africana, diz ministério

25 jun 2019
19h12
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O Brasil ampliou a vigilância para evitar a entrada da peste suína africana no país, realizando a distribuição de material informativo sobre a doença, erradicada desde 1984 no território nacional, disse nesta terça-feira o Ministério da Agricultura.

Criação de porcos em Carambei (PR) 6/9/2018 REUTERS/Rodolfo Buhrer
Criação de porcos em Carambei (PR) 6/9/2018 REUTERS/Rodolfo Buhrer
Foto: Reuters

Segundo nota da pasta, o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) instalou 88 painéis em aeroportos e portos, tanto em português quanto em inglês, e avisos sonoros estão sendo emitidos como alertas a passageiros.

"Aqueles que visitaram fazendas, zoológicos, feiras agropecuárias, áreas rurais ou outros locais com presença de suínos ou javalis, ou que trazem produtos de origem suína, devem procurar o balcão da Vigiagro", informou o ministério.

A peste suína africana, fatal para porcos mas inofensiva para humanos, tem provocado estragos de grandes proporções às criações de suínos da Ásia.

Entre os mais afetados, estão a China, país com maior número de suínos do mundo, que já reportou mais de 120 surtos da doença desde agosto de 2018, data da primeira detecção, e o Vietnã, que abateu 2,8 milhões de porcos por conta da peste.

Por conta da doença, a produção de carne suína chinesa pode cair para 38 milhões de toneladas em 2019, ante 54 milhões no ano anterior, segundo analistas do Rabobank.

O Brasil, por outro lado, tem exportado mais carnes para os chineses e a preços mais altos.

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