Influenciadora que levou 61 socos no elevador constrói novo rosto; veja resultado
Vítima de uma tentativa de feminicídio, a influenciadora Juliana Garcia passou por diversas cirurgias para reconstruir o rosto após ataques
Após ser brutalmente agredida com 61 socos pelo ex-namorado Igor Eduardo Pereira Cabral, a influenciadora Juliana Garcia dos Santos, realizou uma cirurgia de reconstrução facial. Em suas redes sociais, ela compartilhou o resultado final de seu rosto depois de passar por algumas intervenções cirúrgicas, na tentativa de corrigir os danos do ataque.
De acordo com o portal LéoDias, o procedimento foi realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), no Rio Grande do Norte. A intervenção foi realizada por uma equipe composta por especialistas buco-maxilo-facial como cirurgiões dentistas, anestesistas e profissionais de enfermagem.
Juliana sofreu diversas fraturas em sua face devido às agressões. Tendo que realizar uma cirurgia de osteossíntese, após ter ficado com o rosto desfigurado.
Saiba mais sobre o caso
O crime foi registrado por câmeras de segurança de um elevador de um condomínio em Ponta Negra, Natal (RN). Juliana afirma que o criminoso teria agido por ciúmes. Ela foi atacada com cerca de 61 socos e as agressões foram retratadas como tentativa de feminicídio pela polícia.
Igor, ex-jogador de basquete, se defendeu alegando ter sofrido de uma crise de claustrofobia durante o caso. E que, devido a crise, Juliana teria o xingado e rasgado sua camisa. A partir daí, teriam se iniciado os ataques.
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Júnior Lima briga na Justiça com empresário
O embate judicial envolvendo Júnior Lima e o empresário Décio Yoshimoto ganhou novos desdobramentos após revelação da coluna de Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.
No centro da disputa está um imóvel alugado pelo músico e uma cobrança que gira em torno de R$ 100 mil. Segundo a publicação, o processo foi movido por Yoshimoto, que alega quebra contratual após a saída antecipada do artista da propriedade.
De acordo com a ação, Júnior teria encerrado o contrato antes do prazo mínimo estipulado, alegando que o imóvel apresentava problemas graves de umidade e mofo, o que o tornaria "inabitável" e prejudicial à saúde.