Opinião: Virginia revoluciona jeito de transmitir carnaval e dá aula para TVs engessadas
Influenciadora mostrou o que é bastidor de verdade do carnaval do Rio de Janeiro
Esqueça o padrão Globo de qualidade ou a busca incessante da RedeTV! por uma polêmica forçada com apelações sexuais. No Carnaval de 2026, Virgínia Fonseca revolucionou. Ela provou que um celular na mão é suficiente para ir além do arroz com feijão das TV’s tradicionais.
Virginia abriu as portas de um camarim que a televisão jamais pôde mostrar. Para os mais de 400 mil espectadores simultâneos, frases sobre a fita adesiva 'segurar o peito' ou a logística impossível de ir ao banheiro humanizam a estrela de uma forma inovadora, um prato cheio para o mercado publicitário.
O realismo foi do ventilador improvisado para secar a cola no corpo da rainha ao momento sagrado da reza pré-avenida. E para quem duvida do namoro da moça, houve o afago internacional: um buquê, uma joia e um 'te amo' para Vini Jr. em pleno ao vivo. É o prestígio que a TV tenta, mas nem sempre consegue validar com tanta naturalidade.
Nem nas melhores tentativas da Globo em acompanhar musas como Paolla Oliveira e Sabrina Sato em coberturas especiais, a emissora conseguiu entrar tanto no íntimo do carnaval.
Cabe aqui um elogio ao melhor amigo Lucas Guedez. Infiltrou-se em corredores internos e foi até barrado no camarote Arpoador — tudo ao vivo, com o público sentindo a adrenalina de ser barrado junto com ele. Até o espaço VIP de Virginia foi exibido, algo que os meros mortais jamais terão acesso.
No fim, a cobertura de Virginia não é apenas sobre carnaval; é sobre o monopólio da atenção. Enquanto as redes brigam por décimos de Ibope, ela retém uma massa fiel mostrando que a vida real de uma musa.
*A cobertura de carnaval do Terra tem apoio de Bluefit, Gol, Magalu, Mercado Pago, OMO, e Popeye's #TerraNoCarnaval