PUBLICIDADE

Carro por Assinatura

Documentação do seu 0km em dia: tudo que você precisa saber

Assegurar que seu carro 0km possa rodar por aí com tudo em dia pode ser complicado e nem todos sabem como começar a organizar

20 dez 2021 21h30
| atualizado em 22/12/2021 às 18h08
ver comentários
Publicidade
Foto: Depositphotos

Desde quando a pandemia da COVID-19 chegou ao Brasil, as práticas de restrição posicionadas para conter a disseminação do vírus fizeram com que muitos adiassem o sonho de comprar um carro 0km ou de trocar o modelo que já tinham na garagem por algo mais novo. Mesmo depois de quase dois anos e da flexibilização da locomoção, a indústria de carros novos vem se recuperando a um ritmo mais lento do que o esperado.

Segundo dados da Autoinforme, 70.440 carros e comerciais leves foram vendidos na primeira quinzena de novembro - o que configura o melhor índice registrado desde julho de 2021 e, embora ainda um volume baixo, sinaliza a recuperação da indústria. Mas um detalhe vem passando despercebido, e que, sem o devido cuidado, pode acabar deixando seu carro novo preso na garagem antes mesmo que você possa “estreá-lo” pelas ruas de sua cidade: a documentação de um 0km deve estar em dia, mas o processo burocrático tem seus percalços. 

A seguir, vamos mostrar tudo o que você precisa para cuidar dessa etapa e evitar dores de cabeça no futuro e um atalho para quem não quer enfrentar os preços de carros cada vez mais proibitivos, a burocracia envolvendo licenciamento, emplacamento, documentação, seguro, manutenção e as questões todas que podem ser complicadas demais para quem não quer ter todo esse trabalho.

Descubra toda documentação necessária para ter um carro 0km
Descubra toda documentação necessária para ter um carro 0km
Foto: Depositphotos

Primeiros passos

A primeira ação do dia é se familiarizar com as siglas, pois você verá várias delas não só no início do processo de regulamentação da documentação do seu 0km, mas também ao longo da vida útil do seu automóvel. Acredite, nomes como “IPVA”, “DPVAT” e “Renavam” serão constantes na sua vida motorizada - e essas são apenas algumas delas.

No ato da compra de um carro novo e logo após a loja emitir a nota fiscal de compra, você terá até 30 dias para obter o “Certificado de Registro de Veículo” (CRV). Para isso, você deve solicitar o processo por meio da unidade de regulamentação de trânsito (o DETRAN) mais próxima de você.

Aqui, devido à pandemia, há duas formas para fazer o pedido: pela internet ou presencialmente, apresentando o original e a cópia do RG, do CPF e da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além disso, é importante uma cópia de um comprovante de residência (recente), a nota fiscal original emitida pela concessionária com decalque do chassi (detalhe bastante importante) e duas cópias do formulário do Renavam preenchido (obtidas na requisição do registro). Ah, sim: se o carro for objeto de financiamento, então a versão original e uma cópia do contrato também deverão ser apresentadas, com assinaturas de todas as partes envolvidas.

Certificado de registro de veículo
Certificado de registro de veículo
Foto: Detran RJ

No caso da requisição ser feita pela internet, o processo tende a ser simplificado: você ainda precisará dos mesmos documentos, mas poderá promover o envio digital de todos eles. Aqui, vale a regra de ouro: as digitalizações enviadas devem ser criadas a partir dos documentos originais, então nada de “cópia da cópia”, ok? Dê preferência a arquivos com extensão em “pdf” (para documentos em escrito como contratos e afins) ou “jpg” para imagens e fotos. Atente-se também ao tamanho do arquivo: os sistemas governamentais tendem a ser restritivos com arquivos muito pesados, então tente não passar de 3 MB para cada um.

Após apresentar tudo isso, você precisará pagar as taxas referentes ao processo de registro, que variam de estado para estado: em São Paulo, por exemplo, o valor estipulado no site do Detran para novembro de 2011 é de R$ 355,80 - mas essas taxas são periodicamente revisadas, então sempre consulte a página do órgão para garantir que está pagando um valor atualizado.

Tudo dando certo, em um prazo que varia de dois a sete dias (úteis), você poderá comparecer à mesma unidade do DETRAN (ou à unidade estipulada no e-mail de confirmação) para retirar o CRV, juntamente com o CLRV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo).

Mas calma: ainda não acabou.

Emplacamento e licenciamento digital

Antes de 2020, o Brasil tinha por padrão a placa cinza, cuja identificação era formada na seguinte ordem: três letras, seguida por quatro números (por exemplo: ABC 1234). Mesmo hoje, você ainda vê vários carros que ainda seguem esse padrão.

Carros novos, porém, devem obrigatoriamente obedecer ao padrão estabelecido por comunhão do MERCOSUL, que também obedece a um padrão de letras e números, mas com formato um pouco diferente, com sete caracteres alinhados na base, uma faixa azul superior contendo o símbolo do MERCOSUL, o país de onde vem o carro por extenso e a bandeira desse mesmo país à direita.

Além disso, um novo esquema de cores nos caracteres principais determina a natureza do veículo: carros particulares (como o carro de documentação 0km que tratamos neste texto) usam caracteres pretos, mas ainda há os amarelos (veículos usados por diplomatas em missão no exterior), vermelhos (veículos comerciais como o táxi), verdes (carros de treino, como modelos de auto escolas), azuis (veículos oficiais, usados por representantes políticos como prefeitos, deputados e afins) e, finalmente, cinzas (carros de coleção, muito raros ou antigos).

Foto: Depositphotos

O processo de emplacamento para cada um deles difere um pouco, mas não tem muito segredo: no nosso exemplo, a documentação de um carro 0km requer que você leve o CRV emitido acima, além do próprio veículo, obviamente, a qualquer uma das empresas de emplacamento credenciadas pelo DETRAN. A lista de companhias especializadas nisso é constantemente atualizada, mas felizmente o órgão mantém uma página atualizada com as devidas referências por cidade.

Além do emplacamento, é importante realizar a impressão do documento de licenciamento. Há alguns anos, esse papel era emitido pelo DETRAN e recolhido diretamente pelo proprietário, mas a digitalização de serviços da plataforma (e a necessidade de registros à distância trazida pela pandemia) fez com que a versão digital se tornasse mais evidente.

Felizmente, aqui não há nenhum segredo: tudo o que você precisa fazer é acessar o site do DETRAN ou do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) e informar alguns dados para controle de acesso. Ah, sim: também é possível seguir esse mesmo processo pelo aplicativo oficial de celular, disponível para iOS e Android.

Despachantes são seguros?

Todo o processo descrito acima pode parecer bastante complicado, mas a verdade é que, se você se atentar aos detalhes dos primeiros documentos exigidos, o processo restante do registro para a documentação do seu 0km praticamente se conduzirá sozinho, obrigando você apenas a estar nos locais certos, com a papelada certa.

Entretanto, isso é algo que vai exigir um tempo considerável da sua agenda caso você queira fazer tudo sozinho e, convenhamos, nem todo mundo tem essa disponibilidade: é aqui que entra a figura do despachante.

Tem um carro 0km envolve várias coisas, entre elas, envolver um despachante.
Tem um carro 0km envolve várias coisas, entre elas, envolver um despachante.
Foto: Depositphotos

O despachante é uma etapa intermediária entre você e o DETRAN que, basicamente, vai cuidar da parte burocrática do registro da documentação do seu carro 0km, de modo a assegurar que o processo corra em ordem. Naturalmente, ele não representa o DETRAN, então ele nada poderá fazer quanto aos prazos e taxas que o órgão de trânsito estipular.

Entretanto, a maior parte dos proprietários de automóveis tende a preferir pagar pelos serviços de um despachante para, primeiro, economizar o próprio tempo e, em seguida, ter uma pessoa especializada trabalhando para eles.

Vale lembrar, porém, que todos os despachantes, sem exceção, deverão ser cadastrados pelo DETRAN, apresentando CNPJ próprio e emitindo alvará de autorização de funcionamento do serviço. Um bom despachante pode ser reconhecido logo de cara por esse detalhe: por ser uma empresa terceirizada, é do interesse dele deixar esse alvará em exibição bastante evidente em seu escritório - isso já traz segurança para o cliente em potencial.

Em outras palavras: se você não viu o alvará, esse já é o seu primeiro sinal de alerta. Mais uma vez, vamos referenciar o site do DETRAN, que mantém uma lista atualizada de empresas cadastradas para consulta - lembrando que isso varia de estado para estado, ok?

Ainda falando sobre identificadores visuais, todo despachante devidamente credenciado pelo DETRAN vai fazer questão de mostrar isso: não há uma regra específica, mas os bons profissionais do ramo se apresentam com identificadores como crachás, uniformes de empresa e cartões com várias formas de contato. Se um despachante se mostra evasivo, talvez seja melhor você procurar outro.

Vale lembrar que os serviços de despachante são uma peça importante não apenas para a emissão de documentos: pessoas que buscam tirar passaporte e visto para viagens internacionais, por exemplo, tendem a procurá-los para a mesma finalidade do ramo de automóveis - passar a parte burocrática para alguém especializado e garantir que os documentos a serem apresentados estejam em ordem.

Atalho: Assinatura de Carros

Tecnicamente, o processo acima é tudo o que você precisa para registrar a documentação de seu 0km, mas e se dissermos que existem jeitos mais fáceis de assegurar que você dirija por aí sem necessariamente ter que passar por tudo isso e ainda economizar?

Com novos carros trazendo preços flutuantes e a economia em estado volátil devido à pandemia, ninguém vai te julgar caso esteja com receio de investir nesse tipo de produto neste momento: convenhamos, comprar um carro não é barato, e, além disso, você ainda terá licenciamentos, emplacamentos, documentações, manutenção, seguro... toda a sorte de custos frequentes despendidos apenas para manter o ato de dirigir.

Ou então você pode fazer a assinatura de um carro.

A Unidas é uma das principais opções no Brasil
A Unidas é uma das principais opções no Brasil
Foto: Unidas

Antigamente, o aluguel de um automóvel era uma atividade restrita a pessoas específicas, de certo poder aquisitivo e destinada apenas a ocasiões muito específicas. Entretanto, com o advento da evolução tecnológica e a crescente oferta de serviços de carona privada, por exemplo, o setor evoluiu e cresceu bastante, trazendo modelos econômicos que cabem em qualquer bolso.

A Unidas, por exemplo, oferece planos para aluguel unitário ou planos mensais, cada um com a sua vantagem específica. É possível até mesmo alugar um carro por assinatura, mantendo-o em seu uso pelo tempo que precisar - seja para uso pessoal ou para gerar uma fonte de renda, como fazem os motoristas de aplicativo.

Independente de qual das modalidades você prefira, as vantagens desse tipo de proposta são inúmeras: a primeira - e mais óbvia - é que toda a burocracia de registro e documentação 0km fica sob responsabilidade da empresa locatária, que cuida de todos os percalços necessários: lidar com o DETRAN, atuar ou não com despachantes, emitir a papelada...nada disso seria problema seu.

Mais além, existe a simplificação na relação de uso do carro: como a propriedade dele é assinada pela empresa, então diante de qualquer problema, basta acioná-los por canais específicos para que eles possam direcionar você à solução de uma dificuldade.

Sem contar que a Unidas e as demais empresas incluem automóveis segurados em sua frota, então mesmo no caso de um acidente, basta que você acione a locatária e todos os processos serão conduzidos por ela, pensando no seu conforto e conveniência.

Resumindo, o carro por assinatura anual é a melhor opção para quem precisa ter um carro zero km sem se preocupar com a questão da documentação, e ainda resolve os custos da manutenção preventiva, seguro e outros.

 

Fonte: Equipe portal
Publicidade
Publicidade