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Primeiro Finlândia, agora EUA confirmaram: quando a guerra na Ucrânia terminar, Rússia tem um plano para a Europa

Inteligência americana insiste em alerta claro: enquanto objetivos do Kremlin não mudarem, a paz, se vier, será frágil e provisória

7 fev 2026 - 14h44
(atualizado às 15h20)
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Foto: Xataka

Em meio às negociações de paz que os Estados Unidos tentaram conduzir entre a Rússia e a Ucrânia, o presidente da Finlândia fez um alerta ao velho continente: se a paz ocorrer na Europa Oriental, será o fim da guerra, mas também, possivelmente, o início de outra. Agora, a inteligência de Washington parece estar alinhada.

A Reuters noticiou que os relatórios de inteligência dos EUA vêm transmitindo uma mensagem preocupante há mais de dois anos: os objetivos de Putin na Ucrânia não se moderaram nem diminuíram, apesar do desgaste militar, das sanções econômicas e das negociações diplomáticas em curso.

Desde o início da invasão em grande escala em 2022, a avaliação das agências americanas é de que o Kremlin aspira a subjugar toda a Ucrânia e, além disso, a restaurar uma esfera de influência sobre territórios que faziam parte do antigo bloco soviético, incluindo países que agora integram a OTAN. Essa leitura não é pontual nem circunstancial, mas sim uma linha de análise sustentada ao longo do tempo que coincide amplamente com as conclusões dos serviços de inteligência europeus e com a percepção estratégica de países particularmente vulneráveis, como a Polônia e os Estados Bálticos, considerados os próximos alvos potenciais caso Moscou consiga consolidar sua posição na Ucrânia.

Entre a inteligência e o discurso

Este diagnóstico entra em conflito direto com a narrativa promovida por Trump e sua equipe de negociação, que argumentam que Putin quer pôr fim ao conflito e que um acordo de ...

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