Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Como as estátuas da Ilha de Páscoa eram transportadas? Os nativos criaram um jeito especial de fazê-las "andar"

Uma equipe de pesquisadores verificou que os moai podem se deslocar em pé usando cordas

21 out 2025 - 07h12
(atualizado às 19h57)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

Pode um bloco de pedra do tamanho de um ônibus escolar "caminhar"? Pode uma rocha que pesa toneladas e mede vários metros de comprimento se deslocar sozinha? A resposta mais lógica é (evidentemente) não. Mas a história é outra quando falando dos moai da Ilha de Páscoa, as inconfundíveis esculturas esculpidas e espalhadas pela ilha polinésia há vários séculos pelo antigo povo Rapa Nui.

Além de seu significado, características e design, os arqueólogos sempre se perguntaram como diabos os nativos conseguiram transportar aquelas massas de várias toneladas das pedreiras até os ahu, as plataformas cerimoniais onde eram erguidas. A resposta era exatamente essa: nada mais, nada menos que "caminhando".

Um mistério antigo

Poucas esculturas no mundo são tão icônicas, inconfundíveis e fascinantes quanto os moai da Ilha de Páscoa, as enormes cabeças de pedra que parecem brotar da terra nessa distante ilha oceânica. Desde que Jacob Roggeveen e sua tripulação chegaram ali, em 1722, o mundo se pergunta para que serviam, o que representam e, claro, como seus criadores, o povo Rapa Nui, conseguiram transportá-los das encostas vulcânicas até seus destinos.

As estátuas foram esculpidas principalmente em toba vulcânica do vulcão inativo Rano Raraku, medem vários metros de comprimento e pesam toneladas. De fato, estima-se que, em média, tenham cerca de 4,5 metros e 10 toneladas, embora existam exemplares maiores. Considerando isso e o fato de precisarem ser transportadas das pedreiras até suas ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Brasil deve ter primeiro lançamento de foguete comercial da Base de Alcântara entre outubro e novembro

Chuva de meteoros Orionídeas no Brasil: saiba como se preparar e ver este espetáculo durante a semana

Cultivando ininterruptamente o mesmo pedaço de terra desde 1843: o experimento mais antigo do mundo

A promessa quebrada das células-tronco: como a Amazon foi inundada com suplementos que vendem charlatanismo

Abraço triássico: fóssil de 250 milhões de anos até hoje causa lágrimas de alegria para quem conhece sua história

Xataka
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra