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"Cabeça explodindo por dentro": EUA estrearam uma arma invisível na Venezuela e os sintomas desafiam o que sabíamos sobre guerra sônica

Não foram mísseis nem balas: relatos compartilhados pela Casa Branca sugerem o uso de uma tecnologia desconhecida capaz de fazer soldados vomitarem sangue e colapsarem sem serem tocados

28 jan 2026 - 13h40
(atualizado às 16h13)
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Foto: Xataka

Se você achava que a guerra moderna se resumia a drones e ciberataques, o que acabou de acontecer na Venezuela pode mudar essa percepção. Durante a operação militar dos EUA para capturar Nicolás Maduro, as forças de segurança locais relataram o contato com algo que não conseguiram ver, mas sentiram de forma devastadora.

Segundo relatos de testemunhas — que foram compartilhados pela própria secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt —, os EUA podem ter estreado uma "arma sônica" com efeitos biológicos muito mais graves do que qualquer tecnologia publicamente conhecida.

"Senti que minha cabeça ia explodir"

O confronto não seguiu as regras tradicionais. Um guarda venezuelano descreveu que, antes de qualquer soldado americano aparecer, todos os sistemas de radar se desligaram sem explicação e o céu foi tomado por drones. Mas o pior veio depois, na forma de um som.

"Em um momento, eles lançaram algo; não sei como descrever. Foi como uma onda sonora muito intensa. De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro."

Os efeitos descritos pela testemunha desafiam a medicina de combate convencional. Segundo o relato, as tropas venezuelanas começaram a sangrar pelo nariz instantaneamente. "Alguns estavam vomitando sangue. Caímos no chão, incapazes de nos mover. Não conseguíamos nem ficar de pé depois daquela arma sônica".

A ciência não explica o sangue (ainda)

É aqui que o mistério tecnológico se aprofunda. O exército dos EUA possui, há anos, ...

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