O príncipe Harry e sua esposa, Meghan Markle, devem viajar ao Reino Unido neste mês de julho com seus filhos para participarem de um evento de caridade. O casal segue afastado da família real e não a visita desde 2022, quando participaram de cerimônias em torno da morte da rainha Elizabeth II. A movimentação, porém, não é sinônimo de reaproximação e paz entre todos. Segundo informações da revista inglesa Heat, a princesa Kate Middleton ainda acha impossível retomar a confiança em Meghan: “Muita mágoa”.
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De acordo com a revista, que ouviu como fonte pessoas próximas do núcleo real, o rei Charles teria aprovado a viagem do casal e dado permissão para ficarem em uma residência real durante a passagem no país. A princesa Kate estaria feliz por uma possível reconciliação de Harry com o pai, mas segue aflita com relação a Meghan.
“Kate é uma pessoa incrivelmente indulgente, mas ela sente que houve tanta mágoa provocada ao longo dos anos por Meghan. É impossível para ela esquecer tudo da noite para o dia. Há muita desconfiança lá. Kate quer ver Harry e quer fazer o que puder para ajudar o rei, mas não há como negar que Meghan estar lá torna as coisas mais complicadas para ela”, afirmou uma fonte.
O que se comenta é que as questões familiares poderiam ser resolvidas com mais tranquilidade se Harry viajasse sozinho. “Kate sempre teve um ponto fraco para ele. Por mais que Kate queira essa paz, é impossível não se preocupar com o caos que Meghan trará”, complementou a fonte.
Outra fonte informou que o príncipe William seria contra a ideia. “Está causando atrito entre ele e seu pai porque William se sente traído por o rei estar acolhendo-a de volta. Apenas ouvir o nome de Meghan agita William, então, naturalmente, isso faz Kate se preocupar com ele e seus níveis de estresse”, explica.
Distanciamento
O que fez Kate Middleton, a princesa de Gales, se distanciar de Meghan Markle, sua cunhada na Família Real? A questão voltou à tona no livro William and Catherine - The Monarchy's New Era: The Inside Story (em tradução livre, William e Catherine - A Nova Era da Monarquia: A História por Dentro), que traz bastidores dessas relações e foi divulgado neste ano.
Kate foi a primeira a chegar na família, se casando com o príncipe William em 2011. Depois veio Meghan, que começou a namorar com o príncipe Harry em 2016. Eles se casaram em 2018. Parte do conteúdo do livro, que o portal norte-americano Radar teve acesso, explica que o começo da relação entre Kate e Meghan foi boa. E não só isso: Harry também se dava bem com Kate, inclusive a chamando de a “irmã mais velha” que nunca teve.
A proximidade entre os casais chegou a ser celebrada por quem acompanha a Família Real, mas não durou muito. Segundo apurações de anos do jornalista Russell Myers, que é editor do assunto monarquia no Daily Mirror e autor do livro, tudo começou a mudar quando Harry e Meghan se afastaram dos deveres reais e surgiram boatos em relação a tensões do novo casal com os funcionários da realeza.
"Catherine [a princesa Kate] sempre favoreceu a razão sobre o conflito. Era como ela havia sido criada, em uma casa que resolveu diferenças com o diálogo, em vez de guardar rancor. No início, ela pensou que as brigas de William e Harry estavam enraizadas na imaturidade ou na teimosia, de ambos os lados, mas a atitude de Harry e Meghan em relação à equipe do palácio, com quem ela e William se importavam, colocou os casais em um curso totalmente diferente”, indica.
Os casais não se manifestaram publicamente sobre as questões trazidas no livro até o momento. Harry e Meghan renunciaram às funções da realeza em janeiro de 2020. Atualmente eles moram com os filhos nos Estados Unidos, em Montecito.