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Rainha Elizabeth tem passagem secreta para bar, diz tabloide

Colunista afirma que marido da princesa Eugenie, Jack Brooksbank, revelou que túnel liga o Palácio de St. James ao Dukes Bar, em Londres

19 out 2021 13h44
| atualizado às 13h47
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Rainha Elizabeth II
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Um membro da família real britãnica pode ter revelado o segredo por trás uma passagem secreta de uma das residências oficiais da rainha Elizabeth II.

De acordo com o colunista Richard Eden, do tabloide britânico Daily Mail, o marido da princesa Eugenie (neta de Elizabeth), Jack Brooksbank revelou, no começo do mês, que o Palácio de St. James está ligado por um túnel ao Dukes Bar - ponto de encontro da realeza e da alta sociedade britânica.

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"Tem um [túnel] para o Dukes Bar saindo do Palácio de St. James", teria dito Brooksbank ao colunista, durante uma festa em Londres. Ele teria completado: "Eu não usei ele ainda, mas eu adoraria conferir isso". Brooksbank morou em St. James por anos, antes de casar com Eugenie e se mudar para Castelo de Windsor.

Se o relato do tabloide for verdadeiro, o túnel teria cerca de 300 metros de extensão para poder ligar o Palácio de St. James ao hotel 5 estrelas Dukes Hotel, onde o Dukes Bar fica localizado.

O bar é conhecido por servir o martini - a bebida favorita da rainha Elizabeth II - pelo valor de 17 libras (aproximadamente R$ 170 no câmbio atual).

De acordo com a revista americana Vanity Fair - mesma publicação que revelou a indicação médica de suspender os drinks diários da rainha - essa não seria a primeira passagem secreta em uma residência da filia real britânica. No Palácio de Buckingham, por exemplo, a Sala de Estar Branca - cômodo utilizado regularmente para pequenas reuniões e audiências com a Elizabeth II - tem uma porta secreta, disfarçada como espelho e armário, que tem conexão com aposentos privados da monarca.

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Já no Castelo de Windsor, há um túnel secreto abaixo de um tapete em um de seus escritórios, em formato de alçapão. O conjunto de grandes degraus de pedra foi construído por volta de 1200, para ser usado como rota de fuga caso o castelo fosse sitiado.

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