Um ataque a tiros na Praça do Mercado Principal, em Cracóvia, na Polônia, deixou ao menos 6 mortos e 15 feridos neste sábado. O agressor, um polonês de 25 anos armado com um fuzil AR-15, disparou de dentro de um carro contra pedestres antes de ser baleado pela polícia e hospitalizado. As autoridades confirmaram que o atirador agiu sozinho e investigam o caso. A tragédia gerou comoção internacional, motivando condolências do governo polonês, da União Europeia e de líderes estrangeiros.
Ao menos 6 pessoas morreram e 15 ficaram feridas durante um tiroteio em Cracóvia, na Polônia, ocorrido neste sábado (7).
O mais recente balanço sobre o atentado realizado na Praça do Mercado Principal (Rynek G?ówny) é do governo local.
De acordo com a polícia, por volta das 15h locais (11h de Brasília), um homem que dirigia um carro começou a atirar contra pedestres na praça.
"O agressor foi atingido por disparos efetuados por policiais e foi levado ao hospital", informou a autoridade policial.
Em meio a informações desencontradas após a tragédia, a polícia confirmou que o autor do incidente é polonês e que ele agiu sozinho.
"Desmentimos as notícias sobre a morte de um agente da polícia e a busca por um outro agressor", afirmou o comando policial sobre o caso que está sob investigação.
De acordo com a imprensa polonesa, o atirador tem 25 anos e chegou à praça em um Subaru preto sem placas e abriu fogo indiscriminadamente contra as pessoas, utilizando um fuzil semiautomático AR-15.
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, chamou o incidente de "tiroteio trágico".
"Tenho sido informado pelo ministro do Interior sobre a situação em Cracóvia após o trágico tiroteio", escreveu Tusk no X, acrescentando que "a polícia está investigando o contexto e todas as circunstâncias do ataque".
A alta representante da União Europeia para Política Externa, Kaja Kallas, enviou condolências diante da tragédia.
"A terrível perda de vidas no tiroteio em Cracóvia é uma tragédia que será sentida muito além das fronteiras da Polônia", disse ela nas redes sociais.
"Meus pensamentos estão com as vítimas, suas famílias e as equipes de socorro. Neste momento de luto, a Polônia não está sozinha", reforçou Kallas.
O vice-premiê da Itália e ministro das Relações Exteriores, Antonio Tajani, também expressou solidariedade à Polônia.
"Expresso minhas mais profundas condolências pelas vítimas do terrível tiroteio ocorrido em Cracóvia. Meus pensamentos estão com as famílias das vítimas e com todos os feridos", declarou Tajani em nota da Farnesina.
No comunicado, ele informou que a Embaixada em Varsóvia e rede consular da Itália no país "estão trabalhando para prestar assistência aos italianos na região".
"A Itália está ao lado da Polônia neste momento terrível", concluiu o vice-premiê.