Ganhar mais dinheiro já não basta para a Gen Z no trabalho: prioridade é ter tempo livre para aproveitar

O equilíbrio entre vida pessoal e profissional deixa de ser um benefício extra e passa a ser uma condição básica

12 jul 2026 - 16h37
Trabalho
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Foto: Unsplash (Vitaly Gariev) / Xataka

A Geração Z está desenhando um novo cenário no mercado de trabalho. Sua visão das relações de trabalho é diferente da das gerações anteriores e sua definição de comprometimento agora segue regras que exigem reciprocidade por parte das empresas.

Não é por acaso. Essa geração viu seus pais trabalharem sem parar e, ainda assim, continuarem sufocados pelas contas no fim do mês. Por isso, quando os jovens falam em sucesso profissional, já não pensam apenas no salário, mas também em poder sair do trabalho no horário certo e dedicar tempo à vida pessoal.

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Para entender essa mudança, é preciso primeiro olhar para a realidade dessa geração. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de desemprego entre os jovens na Espanha ficou em 24,5% no primeiro trimestre de 2026. É quase o dobro da média da União Europeia, que, segundo o Eurostat, está um pouco acima de 15%, mas representa metade dos 42,91% registrados há uma década.

Como destaca o relatório "I Barômetro: Desafios e Aprendizados - Perspectivas dos jovens sobre os desafios da formação e da vida profissional", elaborado pelo Centro Reina Sofía da Fad Juventud em parceria com o Banco Santander, essa pressão está influenciando até decisões tão importantes quanto a escolha do que estudar.

Segundo dados desse relatório, 64,7% dos jovens admitem decidir seu futuro pensando em começar a ganhar dinheiro o quanto antes e não no trabalho que realmente gostariam de fazer. "Quero ter uma estabilidade logo. Isso é urgente ...

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