Queda de helicóptero no Rio: turistas mortas eram avó, mãe e filha

Colombianas estavam na cidade a passeio e faziam um voo panorâmico sobre a Floresta da Tijuca; piloto também morreu

9 ago 2026 - 08h53
(atualizado às 08h53)
Alessandro, Rocio, Wendy e Sofia morreram em acidente de helicóptero no RJ
Alessandro, Rocio, Wendy e Sofia morreram em acidente de helicóptero no RJ
Foto: Montagem: Reprodução/Redes sociais

As três turistas colombianas que morreram na queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado, 8, eram da mesma família: Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17. Elas eram, respectivamente, avó, mãe e filha.

Além das três turistas, o piloto da aeronave, Alessandro Rocha, também morreu no acidente. Os quatro ocupantes foram encontrados carbonizados após a queda do helicóptero em uma área de mata de difícil acesso.

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Quem eram as vítimas

Rocio Cubillos, 59 anos, era a mais velha das três turistas colombianas. Ela viajava acompanhada da filha, Wendy, e da neta, Sofia, em um passeio turístico pelo Rio de Janeiro.

Rocio Cubillos, 59 anos, era a mais velha das três turistas colombianas
Foto: Reprodução/Redes sociais

Wendy Manrique, 37 anos, era filha de Rocio e mãe de Sofia. As três estavam juntas no voo panorâmico realizado sobre a cidade.

Wendy Manrique, 37 anos, era filha de Rocio e mãe de Sofia
Foto: Reprodução/Redes sociais

Sofia Murillo, 17 anos, era filha de Wendy e neta de Rocio. A adolescente completava o grupo que fazia o passeio turístico pelo Rio.

Sofia Murillo, 17 anos, era filha de Wendy e neta de Rocio
Foto: Reprodução/Redes sociais

As três haviam contratado um voo panorâmico pela empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). O passeio tinha duração prevista de cerca de 20 minutos e incluía o sobrevoo da Floresta da Tijuca. Segundo o comprovante de pagamento, o grupo pagou R$ 2.550 pelo passeio.

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A aeronave envolvida no acidente era um Robinson R44, de prefixo PP-MFS. O modelo utilizado no passeio não tinha portas, em uma modalidade conhecida como doors off, que permite aos passageiros uma vista aberta durante o voo.

Piloto também morreu

Alessandro Rocha, responsável pela condução do helicóptero, também estava entre as quatro vítimas
Foto: Reprodução/Redes sociais

Alessandro Rocha, responsável pela condução do helicóptero, também está entre as quatro vítimas. Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu em uma região de mata bastante íngreme, com áreas de precipício e acesso restrito.

Após a queda, o helicóptero explodiu e provocou um incêndio na região de mata. As chamas foram controladas por militares especializados em combate a incêndios florestais.

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A operação envolveu cerca de 40 bombeiros, 11 viaturas e quatro unidades operacionais. O principal desafio foi chegar ao ponto exato da queda, que exigiu técnicas de corda e equipamentos de segurança.

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As causas do acidente ainda serão investigadas pela Polícia Civil e pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Fonte: Portal Terra
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