Tragédia em Guarani das Missões: MPRS pede prisão preventiva de investigados por morte de empresário

Promotoria atua com prioridade máxima após assalto com refém, perseguição e acidente fatal na BR-392.

8 ago 2026 - 20h38

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) manifestou-se favoravelmente à conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas dos quatro suspeitos envolvidos no crime que resultou na morte do empresário Cleiton de Oliveira Santos, de 44 anos. A manifestação foi encaminhada ao Poder Judiciário pelo promotor de Justiça Guilherme Modesti Donin, responsável pelo acompanhamento do caso na Região Noroeste do Estado.

Foto: imagem meramente ilustrativa / Freepik / Porto Alegre 24 horas

A atuação do órgão ministerial ocorreu com prioridade logo após a lavratura do auto de prisão em flagrante. O promotor de Justiça participou presencialmente da audiência de custódia de um dos detidos. Os outros três suspeitos permanecem sob custódia em ambiente hospitalar devido aos ferimentos sofridos durante a fuga, e as audiências relativas a eles serão realizadas assim que houver viabilidade médica.

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No parecer técnico, o MPRS sustentou que a manutenção das custódias é necessária diante da extrema gravidade dos fatos, do risco à ordem pública e do compromisso com a produção de provas. Para preservar o andamento das diligências e garantir a coleta irrestrita de elementos probatórios, o processo tramita sob segredo de Justiça.

A promotoria reiterou que continuará acompanhando as etapas das investigações para esclarecer integralmente a dinâmica do crime. O objetivo é apurar a eventual participação de outros indivíduos e assegurar a adequada responsabilização penal de todos os autores das infrações cometidas no município de Guarani das Missões.

MPRS.

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