Uma medida provisória liberou R$ 6,605 bilhões em crédito extraordinário para subsidiar a produção e importação de combustíveis, visando baratear os preços. Desse total, R$ 5,607 bilhões serão voltados ao óleo diesel rodoviário e R$ 998 milhões aos derivados de petróleo. Com aplicação imediata pelo governo, a proposta ainda depende da aprovação do Congresso Nacional em até 120 dias, enquanto o reflexo direto no bolso do consumidor dependerá da dinâmica de formação de preços nos postos.
Uma medida provisória publicada nesta quarta-feira (9) abriu um crédito extraordinário de R$ 6,605 bilhões para subsidiar a produção e a importação de combustíveis. A maior parte dos recursos, R$ 5,607 bilhões, será destinada à subvenção do óleo diesel de uso rodoviário. Outros R$ 998 milhões serão usados para subsidiar a produção e a importação de derivados de petróleo.
Como se trata de um crédito extraordinário, o dinheiro já pode ser aplicado pelo governo. A MP 1.389/2026 ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional. O prazo inicial para a votação é de 60 dias, prorrogável por mais 60.
O impacto sobre os preços nas bombas dependerá de como os subsídios serão aplicados e da formação de preços dos combustíveis. No caso do diesel, o valor destinado à subvenção representa a maior parte do pacote anunciado pelo governo.