A seleção francesa eliminou o Brasil e ficou com o vice-campeonato da Copa do Mundo de 2006, após derrota para a Itália na decisão. A campanha na Alemanha, porém, carregou marcas que até hoje geram polêmica na França.
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Responsável por liderar Zinedine Zidane, Thierry Henry e companhia, Raymond Domenech usou métodos pouco comuns para convocar os Le Bleus. Aquariano com ascendente em virgem, o treinador usou informações astrológicas sobre os jogadores na hora de montar a seleção.
Com o critério curioso, os principais afetados foram os jogadores do signo de escorpião. Anthony Réveillère, Robert Pires e Benoît Pedretti, por exemplo, ficaram fora da convocação para o Mundial, supostamente por serem escorpianos.
“Fiz de tudo um pouco. Fiz análise transacional, PNL (Programação Neurolinguística), tudo que tem a ver com ferramentas de comunicação e formas de entender as pessoas. A astrologia é uma dessas formas de entender as pessoas. Quando cheguei, olhei o signo dos jogadores. Naquela equipe, havia seis ou sete escorpianos. E eu tinha o objetivo de eliminar o máximo possível. Mantive dois”, contou em declaração que foi”, disse o treinador em declaração exibida no documentário da Netflix.
Mesmo com o polêmico critério, Domenech continuou no comando da seleção francesa na Copa do Mundo de 2010. Na época, a polêmica foi causada por uma greve dos jogadores após uma discussão entre Nicolas Anelka e o técnico.
Após a exibição do documentário da Netflix, o treinador publicou uma nota criticando a produção. De acordo com ele, o filme é parcial e sensacionalista.
“Escolham os excertos mais suculentos, cortem, montem, arranjem, e terão um filme sensacionalista que não tem outra vocação senão a de remexer na merd*”, escreveu em trecho do comunicado.