Ancelotti mantém a calma enquanto Brasil busca soluções contra o Haiti

18 jun 2026 - 22h02

O técnico da ‌seleção brasileira, Carlo Ancelotti, não demonstrou pânico após o início hesitante da sua equipe na Copa do Mundo e afirmou que o confronto desta sexta-feira contra o Haiti, pelo Grupo C, era uma chance de corrigir as falhas expostas no ⁠empate em 1 x 1 com Marrocos.

A seleção pentacampeã precisou ‌de um lampejo de genialidade de Vinicius Jr. para garantir um ponto na sua estreia, após Ismael Saibari abrir ‌o placar para Marrocos logo no ‌início da partida.

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Agora enfrentará o Haiti, na Filadélfia, nesta ⁠sexta-feira, uma partida que o Brasil deve vencer contra uma das seleções mais fracas do torneio, que estreou com uma derrota por 1 x 0 para a Escócia. Ancelotti continuou confiante na capacidade do seu time.

"Não se ganha a Copa ‌do Mundo na primeira partida", disse o italiano aos repórteres ‌na Filadélfia nesta quinta-feira.

"A ⁠autocrítica dos ⁠jogadores foi muito positiva. Acho que vamos resolver os problemas. Continuo confiante ⁠de que seremos competitivos."

Ancelotti, que ‌assumiu o comando da ‌seleção brasileira há pouco mais de um ano, não deu muitas pistas sobre a escalação, mas sugeriu que fará ajustes em vez de mudanças radicais.

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"Vamos fazer algumas mudanças... ⁠Melhorar nosso equilíbrio e nosso jogo", disse. "Podemos jogar melhor e temos que jogar melhor."

Ancelotti também afirmou que o peso da camisa amarela pode ter afetado seus jogadores na partida de estreia.

"O primeiro tempo ‌foi um pouco inesperado. Pode ser que a pressão de vestir a camisa na estreia tenha afetado um pouco o ⁠estado mental dos jogadores", disse.

"Começar bem era importante, mas não é o mais importante."

"Temos que dar mais oportunidades aos jogadores que não tiveram um bom desempenho no primeiro tempo contra Marrocos. Ninguém em nossa equipe jogou no seu melhor. Mas não acho que as partidas de estreia vão determinar o resultado final da Copa do Mundo."

Questionado se os torcedores deveriam se preocupar com a falta de uma identidade tática clara da seleção brasileira sob seu comando, Ancelotti disse que busca flexibilidade.

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"Não quero uma identidade única", afirmou. "Quero que minha equipe tenha múltiplas identidades."

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