O mercado reage positivamente às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o Irã teria se comprometido a não desenvolver armas nucleares. O tom mais conciliador também ganhou força após o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmar que Washington garantirá a segurança da navegação pelo Estreito de Ormuz.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou o pregão desta quarta-feira (6) em alta de 0,5%, aos 187.690,86 pontos, completando o segundo avanço consecutivo. O movimento foi impulsionado pelo aumento das expectativas por um possível acordo entre Estados Unidos e Irã.
O mercado reagiu positivamente às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o Irã teria se comprometido a não desenvolver armas nucleares. O tom mais conciliador também ganhou força após o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmar que Washington garantirá a segurança da navegação pelo Estreito de Ormuz.
No câmbio, o dólar em alta de 0,18% frente ao real, cotado a R$ 4,92, movimento atribuído à intervenção do Banco Central (BC) no mercado de câmbio e ajustes técnicos após a queda recente da moeda norte-americana.
Nesta quinta-feira (7), persiste o otimismo dos mercados globais por um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, que também impulsiona a queda brusca dos contratos de petróleo. A commodity amplia perdas pelo terceiro pregão consecutivo, com o Brent/junho caindo 2,01%, cotado a US$ 99,23, e o WTI/junho cedendo 2,18%, a US$ 93,01.
Segundo informações da Bloomberg, Washington enviou a Teerã um memorando preliminar propondo a reabertura gradual do Estreito de Ormuz e o alívio do bloqueio americano aos portos iranianos, deixando as negociações nucleares para uma segunda fase. A proposta teria sido encaminhada via Paquistão, que atua como mediador nas conversas. Trump voltou a afirmar que houve avanços “positivos” nas últimas 24 horas e disse acreditar que um acordo “vai acontecer”.
No Brasil, o mercado segue de olho no encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump nesta quinta-feira (7), em Washington, em uma reunião cercada de expectativa tanto pelo peso diplomático quanto pelo potencial de tensão política e midiática.
Segundo fontes do Estadão, o governo brasileiro deve defender o Pix das críticas americanas, argumentando que o sistema ampliou a inclusão financeira no país. Ao mesmo tempo, Brasília tentará evitar compromissos definitivos envolvendo terras raras e minerais estratégicos.
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