CEO da Ultra vê melhora no setor apesar de pressões com conflito no Oriente Médio

7 mai 2026 - 12h29

O grupo Ultra deve ‌ver um benefício em suas margens devido a um cenário de evolução do mercado, apesar das "distrações" causadas pelo conflito no Oriente Médio, disse o diretor presidente Rodrigo Pizzinatto nesta ⁠quinta-feira.   

Em teleconferência com analistas após a publicação do ‌balanço do primeiro trimestre, o executivo destacou, por exemplo, melhoras no ponto de ‌vista regulatório do setor.

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Ele acrescentou ‌que a guerra no Irã e ⁠seu efeito na importação de combustível não oferecem riscos de ruptura das operações da rede de postos Ipiranga.

Além disso, esclareceu que os impactos na precificação e estoque devem se normalizar ‌à medida que o cenário no Oriente ‌Médio volte a ⁠patamares anteriores ⁠ao conflito. 

"O cenário é positivo, é um cenário de ⁠evolução. E ‌sendo um cenário de ‌evolução, eu imagino que ele vá trazer benefícios não só pra Ipiranga, mas pro setor como um todo", disse o ⁠executivo.

"A gente não pode ficar 100% distraído na questão do conflito e de seus impactos. Temos que lembrar que existem coisas de fundamento, de ‌negócios que estão em evolução, mas que ainda requerem atenção e trabalho."

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 Na véspera, o grupo ⁠divulgou um lucro líquido de R$914 milhões no primeiro trimestre, duas vezes e meia maior que o desempenho obtido no mesmo período do ano passado e bem acima do esperado pelo mercado. 

A companhia também apurou um desempenho operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$2,3 bilhões entre janeiro e o final de março, quase o dobro do desempenho de um ano antes.

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