A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% no trimestre encerrado em agosto de 2026, segundo dados do IBGE, confirmando as projeções do mercado. O índice representa um recuo de 0,3 ponto percentual frente ao trimestre móvel anterior e a igual período de 2025. Paralelamente, o rendimento médio real do trabalhador subiu 3,7% no ano, alcançando R$ 3.777, enquanto a massa de renda real habitual somou R$ 385,6 bilhões no período, registrando um avanço anual de 4,8%.
RIO - A taxa de desemprego no Brasil no trimestre de junho a agosto de 2026 ficou em 5,3%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira, 29.
O resultado é 0,3 ponto percentual (p.p.) menor do que no trimestre móvel encerrado em maio (5,6%) e também 0,3 p.p. abaixo ante igual trimestre de 2025 (5,6%). No trimestre encerrado em julho de 2026, a taxa de desocupação já estava em 5,3%.
O resultado veio em linha com a pesquisa Projeções Broadcast.
A mediana das estimativas do mercado apontava estabilidade da taxa de desemprego em 5,3% no trimestre móvel encerrado em agosto, mesma variação registrada no trimestre móvel encerrado em julho. As projeções variavam de 5,2% a 5,6%.
O rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 3.777 no trimestre encerrado em agosto. O resultado representa alta de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 385,6 bilhões no trimestre até agosto, alta de 4,8% ante igual período do ano anterior.