O Conselho Curador do FGTS aprovou por unanimidade nesta terça-feira mudanças no Minha Casa Minha Vida, ampliando a renda máxima de famílias que podem ser elegíveis ao programa habitacional do governo federal e os valores máximos de financiamento dos imóveis.
O incremento no programa deve incluir recursos do Fundo Social, que tem alocados para o MCMV cerca de R$31 bilhões.
Com a aprovação, o limite de renda familiar mensal da Faixa 1 do programa passou de R$2.850 para R$3.200. Na Faixa 2, o teto da renda passou de R$4.700 para R$5.000, enquanto na Faixa 3 os valores passaram de R$8.600 para R$9.600 e na Faixa 4, voltada à classe média e criada no ano passado, houve aumento de R$12.000 para R$13.000.
O aumento do teto de renda da Faixa 1 incluiu nova taxa de juros, de 4,50%, que será voltada para financiamentos a famílias com renda entre R$2.850,01 e R$3.200.
Já os limites nos valores dos imóveis foram elevados em 14% na Faixa 3, de R$350 mil para R$400 mil, e na Faixa 4 passaram de R$500 mil para R$600 mil, um aumento de 20%.