Leonid Radvinsky, proprietário do site de criadores de conteúdo adulto OnlyFans que morreu aos 43 anos, nesta segunda-feira, 23, deixou uma fortuna de US$ 4,7 bilhões, o equivalente a R$ 24,6 bilhões, de acordo com estimativas da Forbes.
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De acordo com a publicação especializada, Radvinsky, no momento de sua morte, era a 869ª pessoa mais rica do mundo. Ele chegou a ocupar a 181ª posição no ranking Forbes 400 de 2025 das pessoas mais ricas da América.
Radvinsky assumiu o controle da plataforma de conteúdo adulto em 2018, momento em que adquiriu uma participação majoritária da família Stokely, fundadora original do serviço no Reino Unido em 2016.
Sob sua gestão, Radvinsky transformou o que antes eram negócios obscuros na internet em um império bilionário centrado na monetização da intimidade online.
A crescente popularidade da OnlyFans, que disparou durante a pandemia de Covid-19, elevou a fortuna de Radvinsky e a Forbes o nomeou bilionário pela primeira vez em 2021.
História empresarial
Embora o OnlyFans tenha sido o empreendimento que deu mais retorno financeiro a Radvinsky, a plataforma não é o primeiro negócio deçe ligado à indústria pornográfica.
Nativo da Ucrânia, Radvinsky cresceu na área de Chicago e fundou seu primeiro negócio, Cybertania Inc., em 1999, quando tinha 17 anos, operando vários sites que prometiam senhas “hackeadas” para sites pornográficos.
Antes de comprar o OnlyFans, ele também era dono de um bem sucedido negócio de webcams para conteúdo adulto.
Apesar da premissa da plataforma da qual é proprietário, Radvinsky opta por manter durante vida discrição sobre sua vida pessoal. O bilionário era descrito pela Forbes como um homem casado, mas o Terra não conseguiu confirmar a identidade de sua companheira.