O Brasil registrou déficit em transações correntes de US$ 5,055 bilhões em agosto, acima dos US$ 4,9 bilhões esperados pelo mercado e acumulando 2,47% do PIB em 12 meses. O rombo foi impulsionado pelas perdas nas contas de serviços e renda primária. Por outro lado, os investimentos diretos no país superaram as projeções, somando US$ 7,396 bilhões, enquanto a balança comercial teve superávit de US$ 6,622 bilhões no período, segundo dados divulgados pelo Banco Central.
O Brasil registrou déficit em transações correntes um pouco maior do que o esperado em agosto, com os investimentos diretos no país acima da expectativa, mostraram dados do Banco Central nesta segunda-feira.
O déficit em transações correntes chegou a US$5,055 bilhões no mês, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,47% do Produto Interno Bruto (PIB).
A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas apontava para um saldo negativo de US$4,9 bilhões em agosto. No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$3,776 bilhões
No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$7,396 bilhões, acima dos US$6,9 bilhões projetados na pesquisa e contra US$7,659 bilhões em agosto de 2025.
No mês, a conta de renda primária apresentou déficit de US$6,954 bilhões, ante rombo de US$5,407 bilhões no mesmo período do ano anterior.
Em agosto, a balança comercial teve superávit de US$6,622 bilhões, contra US$5,311 bilhões no mesmo mês de 2025.
Já o rombo na conta de serviços ficou em US$5,251 bilhões, contra déficit de US$4,095 bilhões em agosto do ano anterior.