Influenciadora que levou 61 socos no elevador constrói novo rosto; veja resultado

Vítima de uma tentativa de feminicídio, a influenciadora Juliana Garcia passou por diversas cirurgias para reconstruir o rosto após ataques

20 fev 2026 - 13h44

Após ser brutalmente agredida com 61 socos pelo ex-namorado Igor Eduardo Pereira Cabral, a influenciadora Juliana Garcia dos Santos, realizou uma cirurgia de reconstrução facial. Em suas redes sociais, ela compartilhou o resultado final de seu rosto depois de passar por algumas intervenções cirúrgicas, na tentativa de corrigir os danos do ataque.

Juliana Garcia, influenciadora agredida com mais de 60 socos
Juliana Garcia, influenciadora agredida com mais de 60 socos
Foto: Reprodução / Contigo

De acordo com o portal LéoDias, o procedimento foi realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), no Rio Grande do Norte. A intervenção foi realizada por uma equipe composta por especialistas buco-maxilo-facial como cirurgiões dentistas, anestesistas e profissionais de enfermagem.

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Juliana sofreu diversas fraturas em sua face devido às agressões. Tendo que realizar uma cirurgia de osteossíntese, após ter ficado com o rosto desfigurado.

Saiba mais sobre o caso

O crime foi registrado por câmeras de segurança de um elevador de um condomínio em Ponta Negra, Natal (RN). Juliana afirma que o criminoso teria agido por ciúmes. Ela foi atacada com cerca de 61 socos e as agressões foram retratadas como tentativa de feminicídio pela polícia.

Igor, ex-jogador de basquete, se defendeu alegando ter sofrido de uma crise de claustrofobia durante o caso. E que, devido a crise, Juliana teria o xingado e rasgado sua camisa. A partir daí, teriam se iniciado os ataques.

Júnior Lima briga na Justiça com empresário

O embate judicial envolvendo Júnior Lima e o empresário Décio Yoshimoto ganhou novos desdobramentos após revelação da coluna de Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.

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No centro da disputa está um imóvel alugado pelo músico e uma cobrança que gira em torno de R$ 100 mil. Segundo a publicação, o processo foi movido por Yoshimoto, que alega quebra contratual após a saída antecipada do artista da propriedade.

De acordo com a ação, Júnior teria encerrado o contrato antes do prazo mínimo estipulado, alegando que o imóvel apresentava problemas graves de umidade e mofo, o que o tornaria "inabitável" e prejudicial à saúde.

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