O texto a seguir é uma tradução do relato de Jose García, editor sênior do Xataka Movilidad
Esta é a terceira vez em dois anos que visito a China. A primeira vez foi para visitar as sedes da OnePlus e da OPPO em Guangdong. A segunda foi para conhecer os bastidores da fábrica e sede da Honor em Shenzhen. Agora estou me dedicando a algo completamente diferente, e é por isso que gostaria de fazer algo diferente.
Desta vez, estou acompanhando a Ebro — montadora do grupo Chery — ao Salão do Automóvel de Pequim e à sede da Chery em Wuhu. Estou fazendo isso por um motivo: carros nunca foram minha maior paixão, mas agora, com quase 32 anos e planos de formar uma família, estou pensando em comprar um carro novo, e sei que a China tem muito a oferecer nesse sentido.
Em Córdoba, minha cidade, tudo sempre chega atrasado. Para você ter uma ideia, a primeira loja de açaí só abriu recentemente. É por isso que sei que algo está mudando, porque toda vez que entro no meu carro, um pequeno Seat Ibiza, vejo carros na rua de marcas que não via há dois anos: Omoda, Jaecoo, Ebro, MG e BYD, principalmente. Para entender o sucesso deles, é preciso compreender o contexto do país de origem, e para isso, nada melhor do que ir até lá e vivenciar tudo em primeira mão. Por isso, tenho uma proposta para vocês.
Em termos de grupo, a Chery detém a medalha de bronze no mercado chinês, atrás apenas da BYD e da Geely. Só em 2025, a empresa vendeu exatamente 2.860.393 carros — um número notável. A Chery, por sua ...
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