Se você passa horas no celular depois dos 50 anos, a ciência tem um alerta urgente: o hábito está destruindo a sua memória e o seu sono

Pesquisa revela que o hábito de passar horas no celular pode impactar o cérebro, o sono e as relações sociais de pessoas acima dos 50 anos

4 jun 2026 - 10h09
Pessoa 50 Mexendo No Celular
Pessoa 50 Mexendo No Celular
Foto: shutterstock / Xataka

O uso excessivo de celulares já é uma realidade muito comum em quase todo o mundo. É muito fácil encontrar pessoas que passam boa parte do dia olhando para uma tela de smartphone, seja para conversar, assistir vídeos, acompanhar notícias e usar as redes sociais. O problema é que, depois dos 50 anos, esse hábito pode trazer consequências mais sérias do que muita gente imagina. Um levantamento conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que analisou estudos realizados ao longo de 11 anos com cerca de 50 mil idosos, identificou uma associação entre o uso excessivo de telas e problemas como insônia, ansiedade, isolamento social e prejuízos cognitivos.

O celular pode estar acelerando problemas de memória, atenção e sono

Os celulares se tornaram quase que um novo membro do corpo humano de várias pessoas, pois trouxe inúmeras facilidades para a população. Hoje, é possível resolver problemas com o banco, conversar com pessoas diferentes, marcar consultas médicas e acessar uma quantidade praticamente infinita de informação usando apenas o celular. O problema surge quando o ambiente digital começa a ocupar o espaço de atividades essenciais para um envelhecimento saudável.

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Segundo os estudos analisados pela UFMG, o excesso de tempo diante das telas por pessoas com mais de 50 anos está associado a alterações na qualidade do sono, aumento dos níveis de ansiedade e desenvolvimento da nomofobia, um desconforto intenso causado pela sensação de estar ...

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