Em 2024, um ranking internacional feito pela Architectural Digest, prestigiada revista americana focada em arquitetura de alto padrão, trouxe detalhes sobre uma construção monumental localizada em um bairro nobre de São Paulo: a Mansão Safra. Erguida no Morumbi em 1995, bairro de alto padrão na cidade, ela foi eleita a 11ª maior residência do mundo, superando até mesmo a Casa Branca, sede da presidência dos Estados Unidos.
Com mais de 11 mil metros quadrados, 130 cômodos, heliponto, elevadores internos e um nível de segurança sofisticado até para padrões internacionais, a propriedade pertence à família do banqueiro Joseph Safra, morto em 2020, e hoje está sob responsabilidade de Vicky Safra, sua viúva. Inspirada em palácios europeus como Versalhes, a mansão é símbolo de poder financeiro da família e de uma arquitetura monumental.
Mansão na capital paulista de 130 cômodos virou referência em arquitetura residencial
Antes de aparecer em rankings internacionais, a Mansão Safra já era conhecida pela ambição do projeto. Construída no Jardim Everest, região nobre do Morumbi, a residência ocupa um terreno com cerca de 22 mil metros quadrados, cinco andares, nove elevadores, heliponto e estrutura energética capaz de abastecer uma pequena cidade de 2 mil habitantes.
O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo francês Alain Raynaud, com inspiração no Palácio de Versalhes, em Paris, e no estilo Beaux-Arts, muito associado à nobreza europeia. O paisagismo do local foi realizado por ...
Matérias relacionadas
A escassez de energia para a IA é um problema para os EUA? Os dados dizem o contrário