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Veja qual o melhor tratamento para quem tem gordura no fígado

Ao receber o diagnóstico de gordura no fígado, muitas pessoas querem saber qual é o melhor tratamento e em quanto tempo veem resultados.

19 fev 2026 - 15h02
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Ao receber o diagnóstico de gordura no fígado, muitas pessoas querem saber qual é o melhor tratamento e em quanto tempo veem resultados. A chamada esteatose hepática se liga principalmente ao estilo de vida. No entanto, ela também pode se relacionar a doenças metabólicas e ao uso de certos medicamentos. Por isso, o cuidado geralmente envolve mudanças de hábitos e, em alguns casos, acompanhamento medicamentoso.

Os profissionais de saúde costumam destacar que o tratamento não segue um único padrão para todas as pessoas. Ele varia conforme o grau de gordura no fígado e a presença de inflamação. Além disso, doenças associadas como diabetes e hipertensão também influenciam as condutas. A idade e a rotina do paciente completam esse cenário. Ainda assim, alguns pilares aparecem de forma recorrente nas orientações médicas. Entre eles, destacam-se a alimentação equilibrada, a redução de peso quando necessário e a prática regular de atividade física.

O que é gordura no fígado e por que merece atenção?

A gordura no fígado, também chamada de esteatose hepática, ocorre quando o fígado acumula lipídios nas células hepáticas em níveis acima do normal. Em estágios iniciais, a condição muitas vezes não causa sintomas. Dessa forma, o problema pode permanecer despercebido por anos. Em parte dos casos, porém, a doença progride e causa inflamação e fibrose. Em situações mais graves, o quadro evolui para cirrose.

Entre as principais causas, surgem o sobrepeso, a obesidade e o sedentarismo. Além disso, resistência à insulina, pré-diabetes e diabetes tipo 2 também contribuem muito. O consumo frequente de bebidas alcoólicas leva a um tipo específico de esteatose relacionada ao álcool. Alguns remédios e alterações hormonais ainda agravam o quadro em certas pessoas. Por isso, o médico precisa avaliar de forma ampla o histórico de saúde antes de definir o melhor tratamento para gordura no fígado.

Qual o melhor tratamento para quem tem gordura no fígado?

O melhor tratamento para gordura no fígado geralmente combina mudança de estilo de vida, controle de doenças associadas e acompanhamento periódico com exames. Em grande parte dos casos de esteatose hepática não alcoólica, a principal intervenção inclui a redução gradual de peso, quando existe excesso. Além disso, o paciente precisa seguir um plano alimentar balanceado e praticar exercício físico regular.

Profissionais de saúde frequentemente sugerem metas realistas, como perda de 7% a 10% do peso corporal ao longo de alguns meses. No entanto, eles orientam que o processo ocorra sempre de forma supervisionada. Pequenas reduções de peso já diminuem a quantidade de gordura no fígado e melhoram exames de sangue. Em determinadas situações, médicos indicam medicamentos para controle de diabetes, colesterol ou triglicérides. Dessa maneira, esses remédios ajudam indiretamente no manejo da esteatose.

  • Ajuste alimentar com menor consumo de açúcar e gorduras saturadas;
  • Atividade física regular, adaptada à condição física da pessoa;
  • Controle de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes;
  • Orientação profissional com hepatologista, endocrinologista ou nutrólogo;
  • Acompanhamento nutricional para manter resultados a longo prazo.

Como deve ser a alimentação no tratamento da gordura no fígado?

A alimentação exerce papel central no tratamento da esteatose hepática. De modo geral, os profissionais recomendam um padrão alimentar rico em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fontes magras de proteína. Entre essas proteínas, destacam-se peixes, frango sem pele e leguminosas. Além disso, gorduras boas, presentes em azeite de oliva, castanhas e abacate, costumam trazer benefícios em quantidades moderadas.

Por outro lado, a orientação costuma incluir a redução do consumo de alimentos ultraprocessados, refrigerantes, doces e frituras. Carnes gordas, embutidos e produtos ricos em açúcar e gordura trans também exigem bastante cautela. As bebidas alcoólicas representam outro ponto sensível. Na presença de gordura no fígado, muitos especialistas recomendam evitar o álcool totalmente. Pelo menos, o paciente precisa discutir cuidadosamente qualquer consumo com o médico responsável, pois o álcool pode acelerar danos hepáticos.

  1. Priorizar alimentos frescos e minimamente processados.
  2. Fracionar as refeições ao longo do dia para evitar grandes volumes de comida de uma vez.
  3. Beber água regularmente, respeitando orientações individuais.
  4. Observar rótulos e limitar o excesso de açúcar e sódio.
  5. Buscar apoio profissional para montar um plano alimentar personalizado.

Exercícios físicos ajudam mesmo a reduzir gordura no fígado?

O exercício físico atua como aliado importante no tratamento da gordura no fígado. A prática regular de atividades aeróbicas, como caminhada, corrida leve, ciclismo ou natação, aumenta o gasto calórico. Além disso, esses exercícios melhoram a sensibilidade à insulina. Esses dois fatores se relacionam diretamente com a redução da esteatose hepática.

Treinos de fortalecimento muscular, com pesos ou exercícios funcionais, também costumam integrar o plano. Eles ajudam a manter massa magra e favorecem o metabolismo de forma global. Em geral, os profissionais orientam a combinação de atividades aeróbicas com exercícios de resistência. Ainda assim, o paciente deve respeitar suas limitações individuais. Sempre que possível, a pessoa deve contar com orientação de educador físico ou fisioterapeuta para ajustar cargas e prevenir lesões.

  • Começar devagar, especialmente em pessoas sedentárias.
  • Aumentar gradualmente intensidade e duração dos treinos.
  • Manter regularidade, mesmo com sessões mais curtas.
  • Ajustar o plano de treino em caso de dores ou desconfortos.

Quando o uso de remédios é indicado no tratamento da esteatose?

Os especialistas ainda não contam com um único medicamento específico aprovado para "curar" a gordura no fígado em todos os casos. No entanto, os médicos utilizam remédios para controlar condições que agravam a doença hepática, como diabetes mal controlada, colesterol alto, triglicérides elevados e hipertensão. Em quadros mais avançados, como esteato-hepatite, ou seja, gordura com inflamação, e fibrose, o acompanhamento se torna ainda mais rigoroso.

Em alguns pacientes, sobretudo aqueles com obesidade grave e múltiplas comorbidades, a equipe discute a possibilidade de tratamento cirúrgico para perda de peso. Entre essas opções, a cirurgia bariátrica ganha destaque, sempre com avaliação individual e multidisciplinar. Em todos os cenários, o paciente precisa manter acompanhamento periódico com exames de sangue. Quando necessário, o médico também solicita ultrassom ou outros métodos de imagem para monitorar a resposta ao tratamento e ajustar condutas.

Dessa forma, o melhor tratamento para gordura no fígado tende a combinar intervenção no estilo de vida, controle clínico das doenças associadas e seguimento regular com equipe de saúde. Quanto mais cedo o problema aparece e recebe manejo adequado, maiores se tornam as chances de regressão da esteatose e de manutenção da função hepática ao longo dos anos.

fígado – depositphotos.com / Tharakorn
fígado – depositphotos.com / Tharakorn
Foto: Giro 10
Giro 10
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